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	<title>Elixires &#8211; Academia Brasileira de Gnose</title>
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		<title>Os Dois Mercúrios</title>
		<link>https://gnose.org.br/dois_mercurios/</link>
				<pubDate>Fri, 18 Oct 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ABRAGNOSE]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Alquimia]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Lidos]]></category>
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				<description><![CDATA[1. Em outro texto falamos sobre os elixires branco e vermelho em seus aspectos profundos. 2. Aqui, falaremos do Elixir Vermelho e do Elixir Branco, do Hermafrodita-Espírito, do Mestre de transmutações metálicas. 3. Lá estudamos como o Hermafrodita-Espírito transmuta o chumbo em ouro. 4. Agora vamos estudar os elixires branco e vermelho atuando como sol [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://gnose.org.br/wp-content/uploads/2013/10/processo-alquimico.png" width="330" height="444" /></p>
<p>1. Em outro texto falamos sobre os elixires branco e vermelho em seus aspectos profundos.</p>
<p>2. Aqui, falaremos do Elixir Vermelho e do Elixir Branco, do Hermafrodita-Espírito, do Mestre de transmutações metálicas.</p>
<p>3. Lá estudamos como o Hermafrodita-Espírito transmuta o chumbo em ouro.</p>
<p>4. Agora vamos estudar os elixires branco e vermelho atuando como sol e lua.</p>
<p>5. Há dois mercúrios: o mercúrio masculino e o mercúrio feminino.</p>
<p>6. Eles são os elixires branco e vermelho.</p>
<p>7. São os pós de projeção com os quais transmutamos os nossos metais em ouro puro.</p>
<p>8. O Elixir Vermelho é o mercúrio masculino.</p>
<p>9. O Elixir Branco é o mercúrio feminino.</p>
<p>10. O mercúrio vulgar, mercúrio feminino, não suporta o fogo a não ser com a ajuda de outro mercúrio diferente, que seja totalmente quente, seco e bem mais digerível.</p>
<p>11. O mercúrio masculino torna-se fluido quando se mistura com o mercúrio feminino através da magia sexual.</p>
<p>12. Então os dois mercúrios unem-se de forma indissolúvel e inseparável, como quando a água se une com a água.</p>
<p>13. O mercúrio masculino tira do mercúrio feminino sua fleuma e sua frieza lunar, tornando-se primeiro negro, depois vermelho, a seguir branco e por fim de distintas cores.</p>
<p>14. Eis como a mulher transmuta seus metais em ouro puro mediante o contato sexual com o homem.</p>
<p>15. O mercúrio depois de suas constantes transformações tem o poder de mudar nossos metais em ouro puro.</p>
<p>16. Os elixires branco e vermelho são os dois mercúrios com os quais transmutamos todos os metais da nossa personalidade no ouro puro do Espírito.</p>
<p>17. O homem é o sol e a lua é a mulher.</p>
<p>18. Não trabalhemos com o sol nem com a lua senão depois de os havermos reduzido ao mercúrio da filosofia.</p>
<p>19. Saquemos o mercúrio do sol e da lua para trabalhar com essa matéria venerável na Grande Obra.</p>
<p>20. Reduzamos o sol e a lua à matéria-prima da Grande Obra para elaborar com ela o Rei coroado com o diadema vermelho.</p>
<p>21. Temos de unir o mercúrio masculino com o sol e o mercúrio feminino com a lua.</p>
<p>22. Porém isso só é possível reduzindo-se esses dois mercúrios a sol e lua.</p>
<p>23. Esta redução realiza-se na união amorosa do homem com a mulher.</p>
<p>24. Reduzido o homem a sol e a mulher a lua, decompomos os compostos a seus próprios elementos e é com esta matéria-prima que vamos fabricar o <strong>REI SOL</strong>, o <strong>HOMEM CELESTE</strong>, o Mestre da Fraternidade Branca, pleno de glória e poder.</p>
<p>25. Eis como nosso mercúrio se une com o sol e com a lua. Eis como o sol e a lua se reduzem ao sêmen, isto é, ao mercúrio filosófico.</p>
<p>26. O mercúrio só se une indissoluvelmente com outros corpos quando eles foram elevados a sua própria natureza.</p>
<p>27. Elevemos nosso mercúrio masculino ao estado solar e o mercúrio feminino ao estado lunar para que o sol e a lua se reduzam a mercúrio, unindo-se a ele de forma indissolúvel.</p>
<p>28. Se temos um anel de ouro e queremos convertê-lo em uma cruz, temos de fundir o ouro inevitavelmente, reduzindo-o a sua matéria-prima, ao mercúrio da filosofia, a fim de elaborar a cruz de ouro com essa matéria-prima.</p>
<p>29. Assim também o homem deve se reduzir ao sêmen que o gerou para elaborar com esse sêmen o Mestre de Mistérios Maiores da Fraternidade Branca Universal.</p>
<p>30. Qualquer outro caminho é absurdo.</p>
<p>31. Recordemos que a Bíblia começa com o Gênese ensinando-nos a alquimia sexual.</p>
<p>32. Recordemos que o primeiro milagre que Cristo fez o realizou nas bodas nupciais de Canaã.</p>
<p>33. O Mestre transmutou a água em vinho.</p>
<p>34. Também nós devemos transmutar as águas do nosso Caos sexual no vinho de luz do alquimista.</p>
<p>35. O primeiro ensinamento que Cristo nos deu foi de alquimia sexual.</p>
<p>36. Se lançamos uma olhada a tudo que foi criado, veremos que todos os seres foram gerados sexualmente.</p>
<p>37. Nós mesmos fomos gerados por um homem e por uma mulher.</p>
<p>38. Portanto, se queremos ser Mestres, devemos gerar o Mestre porque tudo o que existe no universo foi um dia engendrado.</p>
<p>39. O mercúrio masculino é ativo, seco e quente. Já o mercúrio feminino é úmido e passivo como a lua.</p>
<p>40. Porém com o fogo, os dois mercúrios unem-se de uma maneira indissolúvel.</p>
<p>41. A união dos dois mercúrios verifica-se através da união sexual.</p>
<p>42. Este é o segredo para se reduzir os dois metais a sua matéria-prima.</p>
<p>43. Quando os dois metais se unem de forma inseparável, adquirem o aspecto de um pó branco e geram sóis e mundos no infinito.</p>
<p>44. Fecundado o Caos, surge a vida interna em todo seu esplendor.</p>
<p>45. Com uma onça desse pó de projeção criaremos milhões de sóis e transmutaremos em lua todo tipo de metal saído de uma mesma mina.</p>
<p>46. Os pós de projeção são os elixires branco e vermelho.</p>
<p>47. O elixir vermelho é o mercúrio masculino e o elixir branco é o mercúrio feminino.</p>
<p>48. O elixir branco branqueia os metais, dando-lhes uma brancura imaculada.</p>
<p>49. O elixir vermelho transforma o chumbo em ouro e torna todas as coisas amarelas.</p>
<p>50. As asas de mercúrio nos elevam ao mundo dos Deuses.</p>
<p>51. Mercúrio é o mensageiro dos Deuses inefáveis.</p>
<p>52. O mercúrio da filosofia secreta converte-nos no Rei Coroado com o diadema vermelho.</p>
<p>53. O liame da cruz com o triângulo realiza-se com o mercúrio da filosofia secreta.</p>
<p>54. As asas de mercúrio nos convertem em onipotentes Deuses do universo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para um maior aprofundamento, recomendamos: <a href="http://www.gnose.org.br/reis_magos_da_alquimia/">Os Reis Magos da Alquimia</a></strong></p>

<p><strong>Autor: Aun Weor
Capítulo 23 do livro Alquimia Sexual</strong></p>
]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>Ouro e Mercúrio</title>
		<link>https://gnose.org.br/ouro_mercurio/</link>
				<pubDate>Fri, 18 Oct 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ABRAGNOSE]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Alquimia]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Lidos]]></category>
		<category><![CDATA[Alquimista]]></category>
		<category><![CDATA[Elixires]]></category>
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				<description><![CDATA[1. O ouro morto não serve. Temos de vivificá-lo. 2. Tal como o sol dá luz aos planetas, assim também o ouro pode transmutar todos os nossos metais imperfeitos. 3. Porém, o ouro morto não serve. Tem de ser vivificado e reduzido à sua fêmea, isto é, a sua matéria-prima e renascer por retrogradação no [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>1. O ouro morto não serve. Temos de vivificá-lo.</p>
<p>2. Tal como o sol dá luz aos planetas, assim também o ouro pode transmutar todos os nossos metais imperfeitos.</p>
<p>3. Porém, o ouro morto não serve. Tem de ser vivificado e reduzido à sua fêmea, isto é, a sua matéria-prima e renascer por retrogradação no caminho da regeneração.</p>
<p>4. O ouro espiritual é o Fogo Sagrado, o inefável pleroma do espírito.</p>
<p>5. Em vez de se ejacular esse ouro espiritual, temos de fazê-lo subir pelos dois cordões ganglionares a fim de conseguir a regeneração do Ser.</p>
<p>6. Eis como vivificamos o ouro morto reduzindo-o à sua matéria-prima para convertê-lo em ouro espiritual e volátil.</p>
<p>7. O ouro volátil é o remédio perfeito.</p>
<p>8. O ouro volátil é o fogo do Kundalini.</p>
<p>9. O ouro tem afinidade com o mercúrio, ambos são incorruptíveis e perfeitos.</p>
<p>10. Os metais menores são: o chumbo e o estanho que são brandos e o ferro e o cobre que são duros.</p>
<p>11. Todos esses metais da nossa personalidade humana se transmutam em ouro volátil com os pós de projeção.</p>
<p>12. Esses pós são os elixires branco e vermelho da alquimia sexual. (<strong>Ver OS DOIS ELIXIRES</strong>).</p>
<p>13. A quadratura do círculo está no ouro.</p>
<p>14. O mercúrio e o ouro unidos indissoluvelmente formam o Caos.</p>
<p>15. O ouro fecunda o mercúrio para surgir a creação.</p>
<p>16. Um mais dois é igual a três.</p>
<p>17. O pai e a mãe se unem para que nasça o filho e a família toda junta é o quatro.</p>
<p>18. Eis a quadratura do círculo.</p>
<p>19. Portanto, a quadratura do círculo está encerrada no ouro volátil.</p>
<p>20. O ouro potável é o mesmo ouro volátil.</p>
<p>21. Esse ouro volátil é o fogo sagrado do sexo.</p>
<p>22. O mercúrio se transmuta em ouro volátil.</p>
<p>23. Em síntese, o ouro vem a ser o mercúrio perfeito.</p>
<p>24. O mercúrio é a água do Caos, é o sêmen cristônico que se transmuta no ouro vivo do espírito.</p>
<p>25. Segundo Avicena, os metais não podem ser transmutados em ouro senão depois de reduzidos à sua matéria-prima.</p>
<p>26. A matéria-prima da Grande Obra é o mercúrio da filosofia secreta.</p>
<p>27. Esse mercúrio e o nosso próprio sêmen cristônico.</p>
<p>28. O sol é o Pai de todos os metais, e a lua, a mãe.</p>
<p>29. Desses dois astros depende todo o magistério do fogo.</p>
<p>30. O sol é o homem e a lua, a mulher. Da união sexual de ambos depende todo o magistério do fogo.</p>
<p>31. O homem e a mulher são o pai e a mãe de todos esses metais da nossa personalidade, os quais temos que transmutar no ouro puro do espírito.</p>
<p>32. Contudo, não devemos trabalhar no magistério do fogo sem antes haver reduzido todos os metais à matéria-prima da Grande Obra.</p>
<p>33. Com isso queremos dizer que devemos deixar de lado todo tipo de teosofismos, rosacrucianismos, espiritismos, ferrierismos e compreender totalmente o que é o mercúrio da filosofia secreta.</p>
<p>34. Raimundo Lulio em sua Clavícula diz: <em>“Por isso aconselho que não obreis com o sol e com a lua senão depois de tê-los levado à sua matéria-prima, que é o enxofre e o mercúrio dos filósofos”.</em></p>
<p>35. Em outras palavras isso significa: <strong>NÃO FORNICAR</strong>.</p>
<p>36. Acumulemos todo o sêmen cristônico para transmutá-lo no fogo vivo do espírito.</p>
<p>37. Reduzamos todos os nossos metais a esse mercúrio da filosofia secreta.</p>
<p>38. O gnóstico somente se une à mulher para trabalhar com a matéria-prima da Grande Obra.</p>
<p>39. Raimundo Lulio declarou: <em>“Ó filhos meus: Aprendei a servir-vos dessa matéria venerável porque vos advirto, sob a fé do juramento, que se não sacais o mercúrio desses dois metais, trabalhareis como cegos na escuridão e na dúvida. Por isso, ó filhos meus, vos conjuro a que andeis rumo à luz com os olhos abertos e não caiais como cegos no abismo da perdição”.</em></p>
<p>40. Portanto, irmãos gnósticos, guardem o sexto mandamento da lei de Deus: <strong>NÃO FORNICAR</strong>.</p>
<p>41. Aprendei a manejar a venerável matéria do nosso sêmen cristônico.</p>
<p>42. Tirai do sol e da lua, isto é, do homem e da mulher, desses dois metais, o mercúrio da filosofia secreta.</p>
<p>43. Trabalhai com esse mercúrio e aprendei a servir-vos dele para que andeis rumo à luz com os olhos abertos e não caiais como cegos no abismo da perdição.</p>
<p>44. Assim criareis o Rei Coroado com o diadema vermelho, o Mestre de transmutações metálicas.</p>
<p>45. Esta é a ave Fênix que renasce de suas próprias cinzas.</p>
<p>46. Esta é a salamandra que subsiste no fogo.</p>
<p>47. Este é o Camaleão universal que se reveste de cores inumeráveis.</p>
<p>48. Às vezes é negro, as vezes é vermelho, outras branco e das mais distintas cores.</p>
<p>49. Nosso mercúrio enegrece, fica vermelho, embranquece e se reveste de mil cores, as quais são observadas nas mutantes atmosferas [auras] do alquimista.</p>
<p>50. Há que se cozer, cozer e recozer e jamais se cansar disso.</p>
<p>51. Assim transmutamos o mercúrio em ouro potável.</p>
<p>52. Assim conseguimos o ligame da cruz com o triângulo.</p>
<p>53. O recipiente deve estar bem fechado para evitar que não escape sequer uma gota de mercúrio filosófico.</p>
<p>54. Se a semente do trigo é arrancada da terra durante o processo de putrefação, a espiga não nasce e a semente morre.</p>
<p>55. Assim também a nossa semente não deve ser tirada ou arrancada de nossa terra filosófica, senão perderemos a semente, os universos por florescer e fracassaremos na Grande Obra.</p>
<p>56. À geração segue-se sempre a regeneração, que é a brotação ou crescimento dos nossos seres.</p>
<p>57. Portanto, devemos reduzir o ouro morto a sua fêmea, à matéria-prima, renascendo por retrogradação, isto é, por transmutação, o caminho da regeneração.</p>
<p>58. Assim convertemos o ouro morto em ouro vivificador.</p>
<p>59. O importante é não extrair a semente de nossa terra filosófica.</p>
<p>60. O ouro e o sol possuem todas as virtudes do universo.</p>
<p>61. Não esquecei, irmãos gnósticos, que a terra filosófica é o nosso próprio organismo humano.</p>
<p>62. Não arranqueis as sementes eternas da terra filosófica.</p>
<p><strong>Para um maior aprofundamento, recomendamos: <a href="http://www.gnose.org.br/dois_mercurios/">Os Dois Mercúrios</a></strong></p>

<p><strong>Autor: Aun Weor
Capítulo 22 do livro Alquimia Sexual</strong></p>
]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>A Alquimia e os Mistérios do Sexo</title>
		<link>https://gnose.org.br/a-alquimia-e-os-misterios-do-sexo/</link>
				<pubDate>Tue, 15 Oct 2013 03:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ABRAGNOSE]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Alquimia]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Lidos]]></category>
		<category><![CDATA[Samael Aun Weor]]></category>
		<category><![CDATA[Alquimia sexual]]></category>
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				<description><![CDATA[EU, AUN WEOR, Buddha-Avatar da Era de Aquário, escrevi este livro para o homem da Nova Era. De fato, a humanidade deste século XX ainda não está preparada para compreender os Mistérios do Fogo. Esta classe de ensinamento está muito avançada para esta época. Os grandes mistérios do sexo só poderão ser entendidos pelos valentes [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>EU, <strong>AUN WEOR</strong>, Buddha-Avatar da Era de Aquário, escrevi este livro para o homem da Nova Era.</p>
<p>De fato, a humanidade deste século XX ainda não está preparada para compreender os Mistérios do Fogo.</p>
<p>Esta classe de ensinamento está muito avançada para esta época.</p>
<p>Os grandes mistérios do sexo só poderão ser entendidos pelos valentes soldados do Movimento Gnóstico.</p>
<p>A humanidade de Peixes que ora termina nos crucificará e nos apedrejará porque a História sempre se repete.</p>
<p>O Movimento Gnóstico está formado pela vanguarda da evolução humana e só os gnósticos poderão entender os grandes mistérios do sexo.</p>
<p>Um discípulo, de nome David Valencia, um dos mais valentes paladinos da gnose, me relatou certo dia o seguinte: <em>“Estava em corpo astral viajando pelos mundos supra-sensíveis; encontrei-me com aquele Grande Filho da Luz conhecido entre os Senhores do Karma como o “Senhor do Tempo”. Perguntei-lhe, então: “Como será meu tempo, mais adiante, no futuro?” O Grande Mestre me respondeu: “Teu tempo será muito longo, muito extenso e com muitos sofrimentos”</em>. Após haver recebido resposta a essa pergunta, questionei acerca do futuro do Movimento Gnóstico; o Senhor do Tempo me disse que seria duro e amargo, que enfrentaríamos com dor muitas decepções, mas que sairíamos vitoriosos.</p>
<p>Querendo confirmar algo do Mestre Aun Weor perguntei-lhe sobre quem era ele; o Senhor do Tempo me respondeu dizendo que poucos conheciam o Mestre Aun Weor.</p>
<p>Depois disso, vi em visão de Deus uma pequena cruz, e com o olhar do Grande Ser entendi o que me esperava. E vi também outra cruz, muito grande, e diante dessa cruz vi passar 4 Mestres.</p>
<p>Um deles era o Mestre Morya, do Raio da Força; o outro era o Venerável Kout-Humi, do Raio da Sabedoria; o terceiro era o Conde Saint Germain que dirige a política mundial; o último Mestre era AUN WEOR, o Iniciador da Nova Era.</p>
<p>Em seguida o Senhor do Tempo me olhou mostrando-me como todos estes Mestres foram sacrificados e crucificados pela humanidade”.</p>
<p>Até aqui o relato de David Valencia, o bravo guerreiro do Quíndio.</p>
<p>Quando contemplamos nos mundos internos a dolorosa marcha do Movimento Gnóstico para o Sol de Aquário, apresentam-se à nossa vista interna milhares de crianças, mulheres, anciões, jovens e homens de rostos heroicos, marchando através de grandes sacrifícios, como um desfile de mártires, rumo ao sol de Aquário.</p>
<p>No meio desse desfile, como dolorosa procissão, alguns heróis levavam uma bandeira com uma cabeça coroada de espinhos, simbolizando a <strong>FORÇA DE VONTADE </strong>e o <strong>SACRIFÍCIO</strong>.</p>
<p>Os pedantes deste século não compreendem nossa ciência. Nem os “papagaios” aprisionados nas “gaiolas”, que são as inúmeras escolas pseudo-esotéricas existentes pelo mundo.</p>
<p>Este é um movimento totalmente diferente de tudo que conhecemos até hoje. A humanidade continua vivendo em estado embrionário. Por isso, não nos compreende.</p>
<p>As pessoas estão acostumadas ao estancamento, e por isso, não são capazes de entender ainda a vida livre em seu movimento.</p>
<p>Os estudantes pseudo-esotéricos creem que sabem tudo; atacam nossa doutrina sem conhecê-la, a qual é absolutamente diferente de tudo que eles estudaram até hoje.</p>
<p>Porém, como creem que sabem tudo, atacam. Essa é a triste realidade deste século XX. Por isso mesmo não nos surpreende que eles não entendam este <strong>TRATADO DE ALQUIMIA SEXUAL.</strong></p>
<p>O Movimento Gnóstico é um trem em marcha: alguns descem e outros sobem nas diferentes estações. O trem está em movimento. o deterá porque o <strong>MOVIMENTO GNÓSTICO </strong>é o <strong>EXÉRCITO DE AQUÁRIO</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Recomendação: adquira o livro<a href="http://edisaw.com.br/produto/tratado-de-alquimia-sexual/"> TRATADO DE ALQUIMIA SEXUAL</a></strong></p>

<p>Autor: Aun Weor *</p>
<p>* Retirado e editado do livro TRATADO DE ALQUIMIA SEXUAL &#8211; 1a. edição &#8211; novembro de 1953</p>
]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>O Leão Verde</title>
		<link>https://gnose.org.br/leao_verde/</link>
				<pubDate>Tue, 15 Oct 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ABRAGNOSE]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Alquimia]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Lidos]]></category>
		<category><![CDATA[Alquimia sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Alquimista]]></category>
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		<category><![CDATA[Enxofre]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercúrio]]></category>
		<category><![CDATA[Ouro alquímico]]></category>
		<category><![CDATA[Sal alquímico]]></category>
		<category><![CDATA[Tintura]]></category>
		<category><![CDATA[Vitriolo]]></category>

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				<description><![CDATA[&#160; 1. O Leão Verde é o Íntimo de cada um. 2. Este trabalho se realiza com o VITRIOLO de Vênus. 3. VITRIOLO: Visita interiora terrae rectificando invenies occultum lapidem. 4. Visita as entranhas da terra para destilar a pedra oculta. 5. É preciso visitar o interior da nossa terra para encontrar a nossa pedra [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>1. O Leão Verde é o Íntimo de cada um.</p>
<p>2. Este trabalho se realiza com o <strong>VITRIOLO </strong>de Vênus.</p>
<p>3. <strong>VITRIOLO: <em>Visita interiora terrae rectificando invenies occultum lapidem</em>.</strong></p>
<p>4. Visita as entranhas da terra para destilar a pedra oculta.</p>
<p>5. É preciso visitar o interior da nossa terra para encontrar a nossa pedra bendita.</p>
<p>6. Essa pedra bendita é o sêmen.</p>
<p>7. <strong>VITRIOLO</strong>: Vidro líquido, flexível, maleável. Destilando esse líquido encontramos a tintura de ouro, o Leão Verde da alquimia: o Íntimo.</p>
<p>8. O <strong>VITRIOLO </strong>tem duas cores: vermelho e branco.</p>
<p>9. O vermelho torna todas as coisas rubras e até tinge de vermelho os corpos brancos.</p>
<p>10. Essa é a cor da paixão.</p>
<p>11. O branco branqueia todas as coisas e branqueia os corpos vermelhos do abismo.</p>
<p>12. Quando estamos roubando o fogo do diabo, entramos pelas portas eróticas no mundo da paixão para dele roubar as taças correspondentes às vértebras da coluna espinhal.</p>
<p>13. Então os demônios tentadores nos atacam no submundo e nos toca travar grandes batalhas com eles para lhes tirar as taças de nossa medula espinhal.</p>
<p>14. Cada taça roubada no submundo resplandece com brancura imaculada em sua correspondente vértebra medular.</p>
<p>15. Eis como o branco do <strong>VITRIOLO </strong>branqueia todos os corpos vermelhos.</p>
<p>16. Em busca dos Leões Vermelho e Verde temos que descer muitas vezes ao abismo e subir de novo.</p>
<p>17. A porta de entrada do abismo é a paixão carnal.</p>
<p>18. Importa dominar a besta para roubar o fogo do diabo.</p>
<p>19. Hermes Trismegisto em sua Tábua de Esmeralda diz: <em>“Separar a terra do fogo, o sutil do espesso, suavemente e com grande indústria. Ele sobe da terra para o céu e em seguida volta a descer à terra para recolher a força das coisas superiores e inferiores”.</em></p>
<p>20. Assim terás todas as glórias do mundo porque toda a escuridão se afastará de ti.</p>
<p>21. É a força forte de toda força porque vencerá toda coisa sutil e penetrará toda coisa sólida. Eis como foi criado o mundo.</p>
<p>22. Se agrega ao <strong>VITRIOLO </strong>ar e água e se purifica durante um mês.</p>
<p>23. Terminada a putrefação aparecerão as cores branca e vermelha.</p>
<p>24. Com isto queremos dizer que depois de se estar praticando a Magia Sexual por algum tempo, o fogo do Kundalini desperta.</p>
<p>25. O despertar desse fogo não oferece perigo algum porque se realiza mediante a direção de um especialista do mundo invisível.</p>
<p>26. A tintura vermelha do <strong>VITRIOLO </strong>é o fogo.</p>
<p>27. Paracelso diz: <em>“Trabalha com essa tintura em uma retorta e verás sair dela sua negrura”.</em></p>
<p>28. Essa retorta da alquimia são nossos órgãos sexuais.</p>
<p>29. Quando estamos trabalhando com a tintura do Leão Verde, os tenebrosos do abismo nos atacam e por isso vemos sair a negrura da retorta.</p>
<p>30. Porém, destilando na retorta, no fim encontramos um líquido branco.</p>
<p>31. Esse líquido branco são todos os graus esotéricos da nossa coluna espinhal.</p>
<p>32. Há que se retificar incessantemente nossa tintura para obter o Leão Verde.</p>
<p>33. Esse Leão Verde é o bálsamo natural de todos os planetas celestes e tem o poder de curar todas as enfermidades.</p>
<p>34. O Leão Verde é nosso anjo interno, nosso Eu Superior, nosso Íntimo.</p>
<p>
<p><strong>Para um maior aprofundamento, recomendamos: <a href="http://www.gnose.org.br/tinturas_astrais/">Tinturas Astrais</a></strong></p>

<p><strong>Autor: Aun Weor
Capítulo 10 do livro Alquimia Sexual</strong></p>
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										</item>
		<item>
		<title>Sal, Enxofre e Mercúrio</title>
		<link>https://gnose.org.br/sal_enxofre_e_mercurio/</link>
				<pubDate>Tue, 15 Oct 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[1. O sal é a substância das coisas e o princípio fixo de tudo o que existe. 2. O sal trabalha sobre o enxofre e o mercúrio, os quais tornam-no volátil como eles. 3. O sal, em retribuição, os coagula e os fixa. 4. O sal, dissolvido em um licor adequado, dissolve coisas sólidas e [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>1. O sal é a substância das coisas e o princípio fixo de tudo o que existe.</p>
<p>2. O sal trabalha sobre o enxofre e o mercúrio, os quais tornam-no volátil como eles.</p>
<p>3. O sal, em retribuição, os coagula e os fixa.</p>
<p>4. O sal, dissolvido em um licor adequado, dissolve coisas sólidas e lhes dá consistência.</p>
<p>5. O sal dá forma de perfeição ao Menino de Ouro da alquimia sexual.</p>
<p>6. O sal dissolve nossos metais para elaborar com eles o Menino de Ouro da alquimia sexual.</p>
<p>7. O sal volátil prepara a laringe para o Verbo de Ouro.</p>
<p>8. O sal dissolve e coagula todas as coisas.</p>
<p>9. A terra tem a mesma natureza do sal; por isso ela se dissolve na água e se coagula na água.</p>
<p>10. Os continentes saem das águas salgadas do mar e voltam ao mar.</p>
<p>11. Nossa terra filosófica, isto é, nosso corpo humano, deve se reduzir aos sais seminais para elaborar o Menino de Ouro da alquimia sexual.</p>
<p>12. O enxofre é um princípio gasoso e oleoso que se une ao sal e ao mercúrio de maneira indissolúvel.</p>
<p>13. O enxofre tem parte da solidez do sal e parte da volatilidade do mercúrio.</p>
<p>14. O enxofre coagula o mercúrio fortemente agarrado pelo sal.</p>
<p>15. O mercúrio é um licor espiritual, aéreo e raro.</p>
<p>16. O mercúrio é a águia voadora da filosofia.</p>
<p>17. O mercúrio é o nosso Caos.</p>
<p>18. O mercúrio é o sêmen.</p>
<p>19. O sal se encontra na urina e no suor.</p>
<p>20. O enxofre abunda nas gorduras e nas axilas.</p>
<p>21. O mercúrio, no sangue, na medula, no humor aquoso, nos ossos, nos músculos, etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para um maior aprofundamento, recomendamos: <a href="http://www.gnose.org.br/ouro_e_mercurio/">Ouro e </a></strong><strong><a href="http://www.gnose.org.br/ouro_e_mercurio/">Mercúrio</a></strong></p>

<p><strong>Autor: Aun Weor
Capítulo 20 do livro Alquimia Sexual</strong></p>
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										</item>
		<item>
		<title>Tinturas Astrais</title>
		<link>https://gnose.org.br/tinturas_astrais/</link>
				<pubDate>Tue, 15 Oct 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[1. Em nosso trabalho de transmutação metálica, temos que elaborar tinturas astrais para trabalhar na Grande Obra. 2. Quatro partes de água metálica e duas partes de terra de sol vermelho constituem a tintura-mãe da alquimia. 3. Põe-se tudo em um recipiente, se solidifica e se desagrega três vezes. 4. Essa é a tintura-mãe da [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>1. Em nosso trabalho de transmutação metálica, temos que elaborar tinturas astrais para trabalhar na Grande Obra.</p>
<p>2. Quatro partes de água metálica e duas partes de terra de sol vermelho constituem a tintura-mãe da alquimia.</p>
<p>3. Põe-se tudo em um recipiente, se solidifica e se desagrega três vezes.</p>
<p>4. Essa é a tintura-mãe da alquimia porque com essa tintura elaboramos todas as sete tinturas da alquimia sexual.</p>
<p>5. A água metálica é o sêmen; a terra de sol vermelho são os nossos órgãos sexuais e o sol de enxofre é o Kundalini que temos de despertar praticando Magia Sexual com a esposa.</p>
<p>6. Logicamente temos de solidificar três vezes, uma vez que somos um trio de corpo, alma e espírito.</p>
<p>7. Com uma onça [uma medida] de tintura de sol podemos tingir de sol mil onças.</p>
<p>8. Com uma onça de tintura de mercúrio podemos tingir o corpo de mercúrio, etc.</p>
<p>9. Com a tintura lunar podemos transmutar o corpo vital em metal perfeito.</p>
<p>10. Com a tintura de mercúrio podemos transmutar em metal de perfeição o nosso corpo búddhico.</p>
<p>11. Com a tintura de Vênus podemos transmutar nosso veículo da vontade em corpo de perfeição.</p>
<p>12. Com a tintura solar podemos transmutar em metal perfeito nosso corpo astral ou Crestos Cósmico.</p>
<p>13. Com a tintura de Saturno podemos transmutar em metal perfeito nosso corpo mental.</p>
<p>14. Com a tintura de Marte transmutamos em metal de perfeição a Alma-Consciência do nosso corpo físico e damos a todos os nossos metais a fortaleza do ferro.</p>
<p>15. Porém a tintura de ouro nos unirá com o Uno, com a Lei, com o Pai.</p>
<p>16. Nossos sete corpos estão influenciados por sete planetas.</p>
<p>17. Nossas sete serpentes sintetizam toda a sabedoria dos sete Cosmocratores.</p>
<p>18. Cada um dos nossos sete corpos deve sintetizar toda a perfeição de cada um dos sete Cosmocratores.</p>
<p>19. Temos de trabalhar com a nossa bendita pedra na retorta de nosso laboratório sexual até obter a Fênix dos filósofos.</p>
<p>20. Eis como nós, depois de termos morrido, ressuscitamos como a ave Fênix da filosofia.</p>
<p>21. Cada um de nós, no fundo, é uma estrela. Depois de termos trabalhado com as tinturas astrais até transmutar todos os nossos sete corpos em veículos de perfeição, regressamos ao seio do Pai.</p>
<p>22. Os sete seres ordenadores, os sete Logos Planetários do nosso sistema solar, no amanhecer da vida se expandiram como se expandem as chamas, e de sua expansão resultaram milhões de partículas divinas evoluindo através do Mahanvantara.</p>
<p>23. Cada partícula divina deve se realizar como Mestre de transmutações metálicas e voltar ao Pai.</p>
<p>24. Toda chispa tem de regressar à chama de onde saiu, porém conservando sua individualidade.</p>
<p>25. O Livro dos Mortos diz: <em>“Olha, o Deus de um rosto está comigo. Salve, ó sete seres ordenadores, que sustentais a balança na noite do juízo do Utchat, que decapitais e degolais, que com violência vos apoderais dos corações e rasgais os peitos, que perpetrais matanças no Lago de Fogo, vos conheço e sei vossos nomes. Avanço até vós, portanto, avançai para mim! Pois viveis em mim e viverei em vós. Dai-me vigor com o que tendes em vossas mãos, isto é, com o bastão de mando que vossas destras empunham. Ordenai vida para mim com vossas frases, ano após ano, conferi-me miríades de anos sobre meus anos de existência, multidões de meses de existências e inúmeras noites sobre minhas noites de existência. Concedei-me que surja e brilhe em minha estátua, ar para meu nariz e poder para minhas pupilas a fim de que vejam os seres divinos que moram no horizonte, o dia do cômputo equitativo dos pecados e da maldade (Capítulo LXXVIII)&#8221;.</em></p>
<p>26. O Deus de um Rosto que está em nós é o Íntimo.</p>
<p>27. Os sete ordenadores sustentam a balança do juízo, decapitam e degolam os alquimistas para realizá-los como Mestres de transmutações metálicas.</p>
<p>28. Cada vez que uma das nossas sete serpentes sobe das vértebras do pescoço à cabeça, passamos pelo simbólico degolamento de João Batista.</p>
<p>29. Os sete Gênios planetários se apoderam dos corações rasgam os peitos para libertar as almas do submundo e para levá-las ao lugar da luz.</p>
<p>30. Os sete Logos perpetram matanças no Lago de Fogo.</p>
<p>31. Há que se morrer para viver. Há que se morrer para o imundo para se viver para o Pai. No magistério do fogo morremos e ressuscitamos como a Ave Fênix da Alquimia Sexual.</p>
<p>32. Os Deuses imortais nos dão vigor com o bastão de mando que empunham em sua destra.</p>
<p>33. Esse bastão é a nossa coluna espinhal, a nossa vara de bambu com sete nós, por onde sobem as sete ardentes cobras.</p>
<p>34. Com os Elixires Branco e Vermelho adquirimos o Elixir da Longa Vida e ainda que estejamos encarnados em nossa estátua, isto é, em nosso corpo físico, os mundos internos se abrem e podemos ver a esses jovens seres divinos que moram no horizonte e que levam os livros das contas do mundo.</p>
<p>35. Com as tinturas astrais voltamos ao seio do Pai a ouvir palavras inefáveis.</p>
<p>36. Todo o poder está encerrado na sabedoria da serpente.</p>
<p>37. O Livro dos Mortos diz o seguinte: <em>“Sou a serpente Sat, dilatada em anos. Faleço e nasço a cada dia. Sou a Serpente Sat que mora nos confins da Terra. Morro, renasço, me renovo e chego à juventude todos os dias&#8221;. </em>(Capítulo de metamorfosear-se na serpente Sat).</p>
<p>38. A tintura lunar é de cor violácea. A tintura de mercúrio é amarela. A tintura de Vênus é cor de anil. A tintura solar, dourada e de um azul intenso. A tintura de Marte é vermelha. A tintura de Júpiter é azul e púrpura. A tintura de Saturno é verde, cinza e negra.</p>
<p>39. O alquimista tem de elaborar as sete tinturas para transmutar todos seus metais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para um maior aprofundamento, recomendamos: </strong><strong><a href="http://www.gnose.org.br/sal_enxofre_e_mercurio/">Sal, Enxofre e Mercúrio</a></strong></p>

<p><strong>Autor: Aun Weor</strong>
<strong> Capítulo 11 do livro Alquimia Sexual</strong></p>
]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>Speculum Alchemi</title>
		<link>https://gnose.org.br/speculum_alchemi/</link>
				<pubDate>Tue, 15 Oct 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[O ESPELHO DA ALQUIMIA Os princípios de todos os metais são o mercúrio, o sal e o enxofre. Só o mercúrio, só o enxofre ou só o sal jamais poderiam dar origem aos metais, porém, unidos, dão nascimento a diversos metais minerais. Portanto, lógico é que nossa Pedra Filosofal deva ter inevitavelmente esses três princípios. [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O ESPELHO DA ALQUIMIA</strong></p>
<p>Os princípios de todos os metais são o <strong>mercúrio</strong>, o <strong>sal </strong>e o <strong>enxofre</strong>.</p>
<p>Só o mercúrio, só o enxofre ou só o sal jamais poderiam dar origem aos metais, porém, unidos, dão nascimento a diversos metais minerais. Portanto, lógico é que nossa Pedra Filosofal deva ter inevitavelmente esses três princípios.</p>
<p><strong>O fogo é o enxofre da alquimia; o mercúrio é o espírito e o sal é a maestria da alquimia.</strong></p>
<p>Para se elaborar o <strong>Elixir Vermelho </strong>e o <strong>Elixir Branco </strong>precisa-se inevitavelmente de uma substância onde o <strong>sal</strong>, o <strong>enxofre </strong>e o <strong>mercúrio </strong>estejam totalmente puros e perfeitos, porque a impureza e a imperfeição dos componentes voltam a se encontrar no composto.</p>
<p>Como aos metais não se pode agregar senão substâncias extraídas deles mesmos, nenhuma substância estranha poderá vir a nos servir. Portanto, a matéria-prima da Grande Obra tem de estar em nós mesmos. Nós aperfeiçoamos essa substância segundo a arte [alquímica] e com o fogo sagrado do nosso laboratório orgânico.</p>
<p>Essa substância semi-sólida e semilíquida tem um mercúrio puro, claro, branco e vermelho e um enxofre semelhante. Ademais essa substância possui dois tipos de sal: um fixo e um volátil.</p>
<p>Esta matéria-prima da Grande Obra é o sêmen de nossas glândulas sexuais.</p>
<p>Com a ciência, e mediante o fogo, transformamos essa maravilhosa substância para que no final da obra seja milhões de vezes mais perfeita.</p>
<p>Com essa maravilhosa substância elaboramos o Elixir Vermelho e o Elixir Branco.</p>
<p>&nbsp;</p>

<p><strong>Autor: Aun Weor
Capítulo 2 do livro Alquimia Sexual</strong></p>
]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>O Fornilho e o Recipiente</title>
		<link>https://gnose.org.br/fornilho_recipiente/</link>
				<pubDate>Tue, 15 Oct 2013 03:00:00 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[Aristóteles diz em “Luz das Luzes” que o mercúrio deve ser cozido em um tríplice recipiente de vidro muito duro. O recipiente deve ser redondo com um pequeno pescoço. Esse recipiente é o membro viril. Em nossos órgãos sexuais está o sêmen, que é a matéria-prima da Grande Obra. O recipiente deve ser fechado hermeticamente [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Aristóteles diz em “Luz das Luzes” que o mercúrio deve ser cozido em um tríplice recipiente de vidro muito duro.</p>
<p>O recipiente deve ser redondo com um pequeno pescoço. Esse recipiente é o membro viril. Em nossos órgãos sexuais está o sêmen, que é a matéria-prima da Grande Obra.</p>
<p>O recipiente deve ser fechado hermeticamente com uma tampa, isto é, deve-se tapar bem os órgãos sexuais para impedir que a matéria-prima da Grande Obra se derrame.</p>
<p>Nosso vaso deve ser colocado em outra vasilha fechada tão hermeticamente como a primeira, de tal forma que o calor atue sobre a matéria-prima da Grande Obra por cima, por baixo e por todos os lados.</p>
<p>Esta é a fórmula: <strong><em>Introduzir o membro viril na vagina da mulher sem ejacular o sêmen. </em></strong>Portanto, o membro viril, que é o recipiente que contém a matéria-prima da Grande Obra, fica envolvido pelas paredes da vagina e submetido a um calor igual por todos os lados.</p>
<p>Agora compreenderão nossos discípulos porque foi dito por Aristóteles em “Luz das Luzes” que o mercúrio deve ser cozido em um tríplice recipiente de vidro muito duro.</p>
<p>A Natureza coze os metais nas minas com a ajuda do fogo, porém precisa de recipientes adequados para a cocção.</p>
<p>Nas minas se observa um calor sempre constante. As montanhas cheias de minas estão totalmente fechadas para que o calor não escape. Sem o fogo os metais da terra não poderiam ser elaborados.</p>
<p>A mesma coisa temos nós de fazer com o membro viril e com o útero. Ambos, homem e mulher, devem se retirar do ato sexual sem ejacular uma única gota de sêmen.</p>
<p>No princípio, que vosso Fogo seja tranquilo e suave! Que se mantenha assim todos os dias, sempre uniforme, sem se debilitar, senão isso causará grande prejuízo. No entanto, irmãos, pouco a pouco podereis intensificar o fogo.</p>
<p>No princípio as práticas de Magia Sexual deverão ser curtas, porém, mais tarde, poderão alargá-las pouco a pouco, tornando-as cada vez mais frequentes para intensificar o fogo.</p>
<p>Mói sete vezes, irmão meu. São sete serpentes que tendes de levantar sobre a vara até que apareça o Rei, coroado com o diadema vermelho.</p>
<p>A obra é análoga à criação do ser humano porque a Natureza contém a Natureza; a Natureza domina a Natureza e se transforma nas demais naturezas.</p>
<p>O fornilho do laboratório são o membro viril e a vagina conectados sexualmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para um maior aprofundamento, recomendamos: <a href="http://www.gnose.org.br/os_dois_elixires/">Os Dois Elixires</a>
</strong></p>

<p>Autor: Aun Weor
Capítulo 4 do livro Alquimia Sexual</p>
<p>Salvar</p>
<p>Salvar</p>
]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>Os Dois Elixires</title>
		<link>https://gnose.org.br/os_dois_elixires/</link>
				<pubDate>Tue, 15 Oct 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ABRAGNOSE]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tintura]]></category>

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				<description><![CDATA[1. O Elixir Branco e o Elixir Vermelho são a Árvore da Ciência do Bem e do Mal e a Árvore da Vida. 2. O Elixir Vermelho é o ouro puro do Espírito, a Árvore da Vida. 3. O Elixir Branco é a força sexual do Éden. 4. O Elixir Vermelho transforma o chumbo em [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>1. O Elixir Branco e o Elixir Vermelho são a Árvore da Ciência do Bem e do Mal e a Árvore da Vida.</p>
<p>2. O Elixir Vermelho é o ouro puro do Espírito, a Árvore da Vida.</p>
<p>3. O Elixir Branco é a força sexual do Éden.</p>
<p>4. O Elixir Vermelho transforma o chumbo em ouro e colore todas as coisas de amarelo.</p>
<p>5. O Elixir Branco branqueia os metais dando a eles uma brancura imaculada.</p>
<p>6. Ainda que todos os metais sejam levados à perfeição pelo Elixir não há dúvida de que os mais perfeitos metais são aqueles que chegam rapidamente à perfeição.</p>
<p>7. Os metais menos perfeitos vão chegando à perfeição de acordo com os mais perfeitos.</p>
<p>8. Este é o bendito magistério da Grande Obra do Pai.</p>
<p>9. O importante é aprender a projetar os Elixires Branco e Vermelho sobre os metais para transmutá-los em ouro puro.</p>
<p>10. A fórmula consiste em misturar uma parte do Elixir com mil do metal mais próximo da perfeição.</p>
<p>11. Encerra-se todo o conteúdo no recipiente. Depois se põe o recipiente no fornilho para que o fogo, após três dias, faça uma perfeita união.</p>
<p>12. Em seguida, volta-se a repetir a operação com outro metal dos mais próximos. Assim, pouco a pouco, vamos conseguindo a transmutação dos metais em ouro puro.</p>
<p>13. Esse ouro é mais puro do que qualquer ouro das minas terrestres.</p>
<p>14. Os metais são os nossos corpos internos que se cristificam com os Elixires Branco e Vermelho.</p>
<p>15. O primeiro metal que transmutamos em ouro é o corpo da consciência.</p>
<p>16. Sobre esse metal projetamos nossos Elixires Branco e Vermelho para transmutá-lo em ouro puro do espírito.</p>
<p>17. Este trabalho se realiza depois de havermos levantado nossa primeira serpente sobre a vara.</p>
<p>18. Depois de 3 dias, isto é, depois que a primeira serpente atravessou as três câmaras altas da cabeça, o corpo búddhico ou corpo da consciência se funde integralmente com o Íntimo.</p>
<p>19. Eis como o metal mais próximo se transforma em ouro puro ao conseguir a fusão integral com o real Ser.</p>
<p>20. Desta fusão sai o novo Mestre que surge dentre as profundezas vivas da consciência.</p>
<p>21. Esse Mestre interno é um autêntico Mestre de transmutações metálicas.</p>
<p>22. Depois, o Mestre de transmutações metálicas deve fazer a projeção sobre seus demais metais para transmutá-los, extraindo deles o ouro puro.</p>
<p>23. Há que se cozer, cozer e recozer e nunca se cansar disso.</p>
<p>24. O fogo do fornilho no princípio pode ser lento, porém depois precisa ser intensificado para se conseguir a transmutação perfeita.</p>
<p>25. O segundo metal a ser transmutado é o corpo etérico.</p>
<p>26. Este trabalho realizamos projetando os nossos Elixires Branco e Vermelho sobre esse corpo.</p>
<p>27. O Espírito e o Fogo da segunda serpente, isto é, os dois elixires transmutam o corpo etérico no Soma Puchicon ou corpo de ouro.</p>
<p>28. O terceiro metal a ser transmutado é o corpo astral.</p>
<p>29. Este trabalho realizamos com a terceira serpente [kundalini] que pertence ao corpo astral.</p>
<p>30. Do corpo astral extraímos um astral superior, que é o Cristo.</p>
<p>31. Esse Menino de Ouro é Hórus.</p>
<p>32. A seguir transmutamos o corpo mental para dele extrair a Mente Cristo.</p>
<p>33. Eis como entramos na sala da dupla Maat e nos libertamos dos quatro corpos do pecado.</p>
<p>34. Os quatro corpos do pecado nos dão quatro corpos de ouro, quando conseguimos uma transmutação metálica perfeita.</p>
<p>35. Os quatro corpos de pecado são substituídos por quatro corpos celestiais que servem de templo ao Espírito Triúno e imortal.</p>
<p>36. Do corpo físico extraímos o corpo da liberação.</p>
<p>37. Esse corpo é feito de carne, porém de carne que não vem de Adão.</p>
<p>38. Trata-se de um corpo cheio de perfeições milenares e elaborado com os átomos mais evoluídos do nosso corpo físico.</p>
<p>39. Do corpo etérico extraímos o corpo de ouro que vem a se compenetrar no corpo da liberação.</p>
<p>40. Do corpo astral extraímos o Menino de Ouro da Alquimia que vem a substituir o corpo astral.</p>
<p>41. E do corpo mental extraímos a Mente Cristo que vem a substituir o corpo mental.</p>
<p>42. Assim conseguimos a transmutação metálica.</p>
<p>43. Assim os quatro corpos de pecado são substituídos por quatro corpos gloriosos.</p>
<p>44. Assim transmutamos os metais com os Elixires Branco e Vermelho.</p>
<p>45. Assim o quaternário inferior vem a reforçar a trindade divina.</p>
<p>46. Os Deuses do Nirvana estão vestidos com quatro corpos de glória.</p>
<p>47. Os Deuses do Nirvana não usam os quatro corpos do pecado.</p>
<p>48. Somente os Mestres do Nirvana que estão cumprindo missão aqui no mundo físico precisam reter seus 4 corpos de pecado para se expressarem através deles.</p>
<p>49. Contudo, como estão livres dos quatro corpos do pecado, os animam por hipóstase.</p>
<p>50. A própria Trindade, eterna e espiritual, precisa passar por gigantescas transmutações alquímicas para conseguir a união com o Uno, com a Lei, com o Pai.</p>
<p>51. São sete as serpentes que temos de levantar sobre a vara para nos convertermos no Rei coroado com o diadema vermelho.</p>
<p>52. A quinta serpente nos dá a Vontade Cristo. A sexta nos dá a Consciência Cristo. A sétima nos une com o Uno, com a Lei, com o Pai.</p>
<p>53. Há que se cozer, cozer e recozer e não se cansar disso.</p>
<p>54. O recipiente precisa ficar tapado hermeticamente para impedir que a matéria-prima da Grande Obra derrame.</p>
<p>55. Neste trabalho alquímico, as substâncias espirituais se tornam corpóreas e as substâncias corpóreas se tornam espirituais.</p>
<p>56. Este é o sagrado magistério do fogo.</p>
<p><strong>Para um maior aprofundamento, recomendamos:<a href="http://www.gnose.org.br/leao_vermelho/"> O Leão Vermelho</a>
</strong></p>

<p>Autor: Aun Weor
Capítulo 6 do livro Alquimia Sexual</p>
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		<title>O Leão Vermelho</title>
		<link>https://gnose.org.br/o-leao-vermelho/</link>
				<pubDate>Tue, 15 Oct 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[1. O Leão Vermelho é ouro potável. 2. O ouro potável é Kundalini. 3. Kundalini e o fogo do sêmen. 4. Há que se separar o Leão Vermelho de todo tipo de refugo. 5. Esses refugos ou impurezas são separados do Leão Vermelho através de um processo de trituração. 6. Por trituração entendemos aqui Magia [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>1. O Leão Vermelho é ouro potável.</p>
<p>2. O ouro potável é Kundalini.</p>
<p>3. Kundalini e o fogo do sêmen.</p>
<p>4. Há que se separar o Leão Vermelho de todo tipo de refugo.</p>
<p>5. Esses refugos ou impurezas são separados do Leão Vermelho através de um processo de trituração.</p>
<p>6. Por trituração entendemos aqui Magia Sexual e força de vontade.</p>
<p>7. Esse ouro potável precisa ser misturado com álcool de vinho, lavado e destilado em um bom alambique até que desapareça totalmente a acidez da água régia.</p>
<p>8. O álcool de vinho é nada menos do que o vinho de luz com o qual se mistura o sêmen durante os processos de transmutação sexual.</p>
<p>9. O vinho de luz é sêmen transmutado.</p>
<p>10. Há que se destilar, isto é, transmutar o sêmen totalmente.</p>
<p>11. Eis como desaparece a acidez da água régia, da qual fala a alquimia.</p>
<p>12. O Leão Vermelho é Fogo Sagrado.</p>
<p>13. O ouro potável tem de ser colocado em um recipiente bem fechado.</p>
<p>14. Precisa-se cozer e recozer três vezes até se obter a perfeita tintura do sol.</p>
<p>15. A perfeita tintura do sol é a que nos dá o poder de ressuscitar dos mortos.</p>
<p>16. Cristo ressuscitou dos mortos no terceiro dia.</p>
<p>17. A perfeita tintura do sol é o Kundalini do corpo astral.</p>
<p>18. Quando o Iniciado leva sua terceira serpente ao coração, passa pela simbólica morte, ressurreição e ascensão de Nosso Senhor o Cristo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para um maior aprofundamento, recomendamos:</strong> <a href="http://www.gnose.org.br/leao_verde/"><strong>O Leão Verde</strong></a></p>

<p><strong>Autor: Aun Weor
Capítulo 9 do livro Alquimia Sexual</strong></p>
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