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	<title>Consciência &#8211; Academia Brasileira de Gnose</title>
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	<description>ABRAGNOSE</description>
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		<title>CONSCIÊNCIA E ILUMINAÇÃO  Caminho da Felicidade</title>
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				<pubDate>Wed, 16 Oct 2019 23:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vicente]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Adormecimento]]></category>
		<category><![CDATA[auto-observação]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência]]></category>
		<category><![CDATA[Despertar]]></category>
		<category><![CDATA[Fascinação]]></category>
		<category><![CDATA[Iluminação]]></category>

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				<description><![CDATA[Principais pontos abordados nesta aula: &#8211; Quem é a consciência em nós &#8211; Conheça os quatros estados de consciência para chegar a iluminação &#8211; Perceba como a humanidade fascinada está imersa nas coisas exteriores e fantasias criadas por sua mente &#8211; Por que estamos com a consciência adormecida &#8211; Como sair do estado de inconsciência [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Principais pontos abordados nesta aula:</strong></p>
<p>&#8211; Quem é a consciência em nós
&#8211; Conheça os quatros estados de consciência para chegar a iluminação
&#8211; Perceba como a humanidade fascinada está imersa nas coisas exteriores e fantasias criadas por sua mente
&#8211; Por que estamos com a consciência adormecida
&#8211; Como sair do estado de inconsciência para o despertar da consciência
&#8211; Saiba qual é o primeiro passo para iniciar o trabalho para acordar espiritualmente</p>
&#8220;&#8230;Não querem se dar conta que a iluminação não se consegue se antes não se libertou a consciência. Não querem se dar conta que a consciência jamais se emancipa, se não se destrói o Ego. Não querem se dar conta disso. Querem ser iluminados, mas não querem morrer. De que servem essas escolas que não ensinam a morte do MIM MESMO? A iluminação, a emancipação, não vêm senão com a morte. De maneira que, se alguém não morre, está perdendo seu tempo miseravelmente.&#8221; <strong>Do livro &#8211; Dialética da Razão Objetiva &#8211; Samael Aun Weor</strong>
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		<title>EGO, MENTE E PERSONALIDADE &#8211; Complicação da Nossa Vida</title>
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				<pubDate>Wed, 21 Aug 2019 23:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vicente]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Causa dos sofrimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência]]></category>
		<category><![CDATA[Defeitos]]></category>
		<category><![CDATA[Egoísmo]]></category>
		<category><![CDATA[Essência]]></category>
		<category><![CDATA[Função da mente]]></category>
		<category><![CDATA[Pecados]]></category>
		<category><![CDATA[Personalidade]]></category>

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				<description><![CDATA[Principais pontos abordados nesta aula: &#8211; Como distinguir quando é Ego, quando é Mente ou Personalidade &#8211; Quem são e o que os Egos causam em nossas vidas &#8211; Qual é a verdadeira função da nossa Mente &#8211; Porque a Personalidade é necessária em nossa existência &#8211; As causas de todos os nossos sofrimentos &#8211; [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Principais pontos abordados nesta aula:</strong></p>
<p>&#8211; Como distinguir quando é Ego, quando é Mente ou Personalidade
&#8211; Quem são e o que os Egos causam em nossas vidas
&#8211; Qual é a verdadeira função da nossa Mente
&#8211; Porque a Personalidade é necessária em nossa existência
&#8211; As causas de todos os nossos sofrimentos
&#8211; Como iniciar a nossa viagem desde a Personalidade até a nossa Essência</p>
<p><strong>“Ego, mente e personalidade formam uma espécie de simbiose, mas são diferentes em si mesmos.” </strong>(Karl Bunn &#8211; Doutrina Secreta Gnóstica)</p>
<p><strong>“Devemos diferenciar o Ego da Essência; também é preciso distinguir a Personalidade da Essência.” </strong>Do livro – Educação Fundamental &#8211; Samael Aun Weor</p>
<p><strong>&#8220;Quando rejeitamos ou aceitamos alguma coisa, é porque não a compreendemos. </strong>
<strong>Onde há compreensão, a aceitação ou a rejeição ficam sobrando. </strong>
<strong>A mente que crê, a mente que não crê ou a mente que duvida, é mente ignorante. </strong>
<strong>O caminho da sabedoria não consiste em crer, não crer ou duvidar.&#8221;  </strong>Do livro – Educação Fundamental &#8211; Samael Aun Weor</p>
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		<title>MEMÓRIA E REALIDADE &#8211; Conheça a Diferença</title>
		<link>https://gnose.org.br/eventos/memoria-e-realidade-conheca-a-diferenca/</link>
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				<pubDate>Wed, 14 Aug 2019 23:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vicente]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Compreensão criadora]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência]]></category>
		<category><![CDATA[Despertar da Consciência]]></category>
		<category><![CDATA[Memória trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade]]></category>
		<category><![CDATA[Verdade]]></category>
		<category><![CDATA[Vida livre]]></category>

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				<description><![CDATA[Principais pontos abordados nesta aula: &#8211; O que é e quais são as diferenças entre intelecto, mente e memória &#8211; Como utilizar a memória para nosso crescimento espiritual e bem estar &#8211; As técnicas para através da compreensão e a meditação alcançar a iluminação &#8211; Como deixarmos de ser vitimas das circunstancias negativas da vida [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Principais pontos abordados nesta aula:</strong></p>
<p>&#8211; O que é e quais são as diferenças entre intelecto, mente e memória
&#8211; Como utilizar a memória para nosso crescimento espiritual e bem estar
&#8211; As técnicas para através da compreensão e a meditação alcançar a iluminação
&#8211; Como deixarmos de ser vitimas das circunstancias negativas da vida em nosso dia-a-dia</p>
<p><strong>&#8220;Não confundamos a consciência com a memória, pois são diferentes uma da outra como a luz dos faróis do automóvel é diferente da estrada em que andamos. Consciência desperta não é mente nem memória nem nada semelhante. Só a consciência liberada pode experimentar por si mesma e de forma direta a realidade da vida livre em seu movimento.&#8221;</strong></p>
<p><strong>“Consciência desperta não é mente nem memória nem nada semelhante. Só a consciência liberada pode experimentar por si mesma e de forma direta a realidade da vida livre em seu movimento.”</strong></p>
<p>Do livro &#8211; Grande Rebelião &#8211; Samael Aun Weor</p>
]]></content:encoded>
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		<title>ANATOMIA DO HOMEM ESPIRITUAL &#8211; Mundo Interno</title>
		<link>https://gnose.org.br/eventos/anatomia-do-homem-espiritual-mundo-interno/</link>
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				<pubDate>Wed, 24 Jul 2019 23:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vicente]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Alma]]></category>
		<category><![CDATA[Árvore da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência]]></category>
		<category><![CDATA[Diferentes dimensões]]></category>
		<category><![CDATA[Princípio Universal de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Sabedoria Oculta]]></category>
		<category><![CDATA[Sete corpos]]></category>

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				<description><![CDATA[Principais pontos abordados nesta aula: &#8211; Nós nos consideramos corpo ou nos consideramos alma &#8211; Como a consciência se manifesta nas diferentes dimensões &#8211; O que a Sabedoria Oculta diz sobre o Princípio Universal de Vida &#8211; Do que são constituídos os sete corpos &#8211; Como esses corpos se alimentam &#8211; A árvore da vida [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Principais pontos abordados nesta aula:</strong></p>
<p>&#8211; Nós nos consideramos corpo ou nos consideramos alma
&#8211; Como a consciência se manifesta nas diferentes dimensões
&#8211; O que a Sabedoria Oculta diz sobre o Princípio Universal de Vida
&#8211; Do que são constituídos os sete corpos
&#8211; Como esses corpos se alimentam
&#8211; A árvore da vida e os dez sephiroth</p>
<p>“Cada átomo etérico penetra em um átomo físico, produzindo-se uma intensa vibração. Todos os processos da química orgânica desenvolvem-se com base no corpo etérico ou nosso segundo corpo.</p>
<p>Todo órgão do corpo físico adoece quando sua contraparte etérica adoeceu, e, pelo contrário, cura-se o corpo físico quando o corpo etérico é curado.”   Do livro &#8211; Medicina Oculta &#8211; Samael Aun Weor</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O Despertar de Kundalini</title>
		<link>https://gnose.org.br/despertar_kundalini/</link>
				<pubDate>Wed, 25 Nov 2015 02:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ABRAGNOSE]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Transcrições]]></category>
		<category><![CDATA[Alquimia]]></category>
		<category><![CDATA[Conduta Reta]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência]]></category>
		<category><![CDATA[Karma Yoga]]></category>
		<category><![CDATA[Kundalini]]></category>

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				<description><![CDATA[O Despertar de Kundalini Entendemos que esse é um tema muito importante. Bem verdade que já tratamos esse tema duas ou três vezes, porém, este tema se tornou muito importante porque queremos encerrar hoje um conjunto de três aulas especiais. A primeira foi sobre Sexualidade gnóstica para solteiros, a segunda foi sobre Sexualidade gnóstica para [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>O Despertar de Kundalini</p>
<p>Entendemos que esse é um tema muito importante. Bem verdade que já tratamos esse tema duas ou três vezes, porém, este tema se tornou muito importante porque queremos encerrar hoje um conjunto de três aulas especiais.</p>
<p>A primeira foi sobre Sexualidade gnóstica para solteiros, a segunda foi sobre Sexualidade gnóstica para casados, e hoje, então, queremos voltar ao tema com O Despertar de Kundalini.</p>
<p>Antes vamos transmitir a idéia básica e fundamental do que é Kundalini; a pseudo-literatura esotérica popular tem profanado a verdadeira natureza ou a verdadeira realidade de Kundalini.</p>
<p>Não só não sabem nada como estão muito longe de saber o que quer que seja a respeito de Kundalini. Nessa literatura, o máximo de bons conceitos que conseguimos reunir, diz que é um fogo, uma energia, um poder serpentino, uma força anular ou cósmica, etc.</p>
<p>Não vamos dizer que tais idéias sejam falsas; não é&#8230; Kundalini, de fato, é um fogo, uma energia, um poder; porém, ao repetir isso mecanicamente, simplesmente por haverem lido em livros, mascara-se a própria ignorância a respeito de Kundalini. Para nós, Kundalini é algo vivo, uma realidade concreta.</p>
<p>Podemos dizer que Kundalini é um Ser; não deixa de ser verdade; mas também não deixa de ser um tanto quanto incompleto. Kundalini, como muito bem sempre disse o Mestre Samael, é a Mãe Divina. Ela pode se apresentar em forma de uma serpente, como retratam os orientais, mas, acima de tudo, Kundalini é algo vivo, é um Ser.</p>
<p>Para ser mais exato e preciso, temos que dizer que Kundalini é Deus &#8211; no caso, Deusa; trata-se do aspecto feminino de Deus.</p>
<p>Deus se apresentou aos profetas, a Moises e a tantos em forma de fogo vivo, ardente, como é no caso da sarça ardente de Horeb, como João relata no Apocalipse. Tudo isso são formas, alegorias, uma forma pela qual Deus ou a Deusa &#8211; ou isso que chamamos de Mãe Divina &#8211; se apresenta a nós.</p>
<p>Somente saberá o que é Kundalini aquele que houver despertado em si o seu Kundalini; antes disso, por mais compreensão ou idéia que possa se fazer, não corresponderá à realidade. Sempre será uma idéia a respeito de algo, mas não será e não se parecerá com a realidade, como algo vivo, forte, intenso, diante de você.</p>
<p>Para conhecer Kundalini é preciso despertar primeiro; quem não desperta não sabe, não pode saber. Esta é a idéia primeira que queremos passar a todos para romper um pouco com essa mecanicidade de repetir o que está nos livros, olhar um pouco mais profundamente, tratar de perceber e compreender que quando mencionamos “Kundalini”, estamos falando de Deus, do aspecto feminino da divindade.</p>
<p>Como Ele se apresenta ou Ela se apresenta a você, isso é muito individual, particular. Colocado isso, há algo que também precisa ser ressaltado: há muitos equivocados sinceros, esses que repetem o que está nos livros, esses que acham, pensam e acreditam que o despertar de Kundalini vai se dar por acidente [ou ao acaso&#8230;].</p>
<p>Nada pode estar mais longe da verdade do que a idéia, que chega a ser estapafúrdia, a tal ponto que se configura como uma confissão pública de que nada se sabe de Kundalini. Kundalini não desperta por acaso, nem desperta mecanicamente.</p>
<p>Se acabamos de dizer que é algo vivo, que é uma expressão feminina da divindade, então, jamais pode ser entendida como algo cego, mecânico, algo que precisa ser lidado com certos cuidados como se ensina por aí a pseudo-literatura esotérica.</p>
<p>Outra coisa muito importante, extremamente importante, sobre Kundalini é: Kundalini jamais desperta nos indignos. Justamente por esse motivo mencionado – de Kundalini ser algo vivo, de se tratar do aspecto feminino de Deus dentro de nós – que não pode despertar acidentalmente&#8230;</p>
<p>Então, todos esses que são dados a uma vida devassa, que são dados aos vícios, aos prazeres, e a todos os tipos de gratificações sensoriais, nesses Kundalini jamais despertará.</p>
<p>Conhecemos pessoas, casadas há muitos anos, vinte, trinta anos e que até hoje não receberam o fogo. Isso é estatisticamente considerável nas fileiras gnósticas; mencionamos especificamente as fileiras gnósticas porque sabemos que mesmo com todos os defeitos que existem dentro das instituições gnósticas ainda são as que mais se aproximam do verdadeiro ensinamento acerca desses Mistérios.</p>
<p>Se dentro da Gnose há pessoas que estão há vinte, trinta anos e não receberam o fogo, é porque não reuniram em si os méritos de coração, não lograram fazer em si a purificação mínima necessária; sua conduta não permite que Kundalini seja despertado; imaginem então fora deste ambiente, imaginem como esses por aí que se embebedam todas as noites, vão para as baladas, que se divertem, ou que são dados a adultérios, ou que são dados a toda classe de devassidão&#8230;</p>
<p>Quem fala em despertar de Kundalini, em ativar Kundalini sem considerar esses aspectos, falando sobre isso como quem fala de futebol, é porque nada sabem de Kundalini, nunca entenderam nada; alimentaram-se apenas da pseudo-literatura.</p>
<p>Não estamos aqui para convencer nenhum cético, nenhum ignorante espiritual esotérico. Cada um é livre para escolher os caminhos que acha que deve percorrer. Então, obviamente, não perderemos nosso tempo convencendo ninguém de coisa alguma. Falamos o que nos consta, o que sabemos; aceita e aproveita quem quer.</p>
<p>Queremos apenas abreviar o tempo, a angústia e o sofrimento daqueles poucos e raros sinceros que podemos encontrar hoje pelo mundo; é apenas isso, nada mais do que isso.</p>
<p>Portanto, dentro da Gnose, é dito e repetido sistematicamente que Kundalini desperta com os méritos do coração. Méritos do coração se adquirem vivendo a conduta reta, a mística, seguindo e praticando exemplos como o de Francisco de Assis e outros místicos que nos antecederam.</p>
<p>A Gnose não é um exercício para ser praticado cinco minutos antes de deitar. Gnose é um sistema, uma filosofia de vida que é preciso viver de acordo. A iniciação é nossa própria vida bem vivida, vida retamente vivida, é conduta reta. A conduta reta se caracteriza por servir a vida, o próximo, a humanidade. A caridade universal é o terceiro fator de revolução de consciência.</p>
<p>Kundalini não desperta nos egoístas, nos que apenas pensam em si mesmos, no seu próprio conforto, progresso, avanço. Kundalini não desperta naqueles que não compartilham com os demais o pouco que conseguem recolher do rio da existência &#8211; isso nos ensinou o Mestre Samael.</p>
<p>É claro que para despertar Kundalini é preciso que façamos diariamente a morte dos defeitos. Devemos fazer a purificação da mente, dos pensamentos, dos sentimentos. O que queremos enfatizar e destacar hoje é essa questão de que Kundalini não é algo cego, mecânico.</p>
<p>Para dar uma idéia mais clara, vamos supor que Kundalini seja uma jóia rara no universo.</p>
<p>Em estado latente, cada um traz o potencial do valor dessa jóia. Portanto, em algum lugar do universo estão reunidas todas as jóias. Este lugar é protegido por poderosos guardiões.</p>
<p>Para que uma dessas jóias seja retirada dali, é preciso permissão da Lei Divina. Sem permissão, a jóia não é entregue.</p>
<p>Considerando-se que a autorização final quem dá é a Mãe Divina de cada um de nós, se Ela não autoriza, o filho terrestre simplesmente não recebe nada. Em outras palavras, se a Mãe não autoriza, o filho não desperta Kundalini, como se diz aqui, em nosso mundo, em nosso dia-a-dia.</p>
<p>Mas quem faz esse trabalho de despertar o fogo? &#8211; isso é muito importante.</p>
<p>O Mestre Samael diz o seguinte: “Para Kundalini existe um especialista que guia e conduz o fogo de vértebra em vértebra.”.</p>
<p>Então, temos aí duas realidades muito importantes: a 1ª é que a Mãe Divina não dá autorização para o filho indigno, para o filho que não valoriza, que desconhece, esbanjador, devasso. Aqueles que trabalham seriamente sobre si vão formando méritos no coração; são as virtudes fundamentais. Isso é como corrigir a acidez do solo para plantar, para lançar depois a semente; o agricultor sabe que um solo fraco, um solo pobre, não corrigido, se receber a semente, faz a semente germinar, mas será uma planta fraca e débil.</p>
<p>Ora, se isso sabe um simples agricultor aqui do Brasil, quanto mais saberá nossa Mãe Divina, quanto mais saberão os Mestres da Loja Branca, que são os agricultores, são aqueles que jogam a semente divina no solo humano para nascer Deuses, Deusas, Anjos, Arcanjos, Mestres e Buddhas.</p>
<p>Todo aquele que trabalha seriamente sobre si, com profundidade, responsabilidade, constância, fazendo o trabalho de purificação interior, equivale a preparar o solo filosofal, a corrigir a acidez, a torná-lo fértil. Quando estiver pronto, a Mãe Divina autoriza os Mestres da Loja Branca a despertar, levantar e conduzir este fogo sagrado, esta energia, esse poder, a chama que na verdade vem a ser a própria Mãe Divina individualizada e personalizada.</p>
<p>Mas também sabemos que a Mãe Divina individual de cada um de nós é uma célula da Grande Mãe cósmica. O corpo de Nuith ou Neith é formado por células, átomos ou moléculas &#8211; e cada átomo, molécula ou célula dessas é a Mãe Divina Particular de cada um de nós.</p>
<p>Quando nós, aqui na Terra, trabalhamos sobre nós, corrigindo o solo filosofal, o que equivale a preparar o solo para o advento do fogo individual, para que nossa Mãe Divina possa nascer em nós, tomar conta de nós, apoderar-se totalmente de nós. E à medida que outras Mães vão fazendo à mesma coisa nos seus filhos, isso vai provocando uma grande transformação em nível planetário, depois em nível de sistema solar, e por fim, em nível de galáxia.</p>
<p>Ao final de um grande dia cósmico os Deuses recolhem os frutos desse trabalho. Um dia cósmico termina quando se atinge o número de frutos necessários referentes àquela plantação ou colheita; aí o universo se dissolve&#8230; Simples assim, meus amigos! Colocando em palavras bem simples, para que todos possam entender &#8211; e oxalá todos entendam com essa simplicidade&#8230;</p>
<p>Kundalini é algo vivo, é a própria divindade viva em nós. Para que se manifeste, para que se apodere de nós, para que desperte e se levante e acenda ao longo da coluna é preciso que façamos nosso trabalho individual, aqui descrito em palavras como méritos do coração, purificação interior (conduta reta, práticas esotéricas ) e com o servir desinteressadamente a humanidade.</p>
<p>Dito isso, acreditamos ter ficado claro para todos que a sexualidade gnóstica para solteiros e para casados é fundamental.</p>
<p>Para o solteiro despertar seu fogo interior falamos na aula anterior; o mesmo para os casais. Hoje, estamos complementando o tema. Ao falarmos da sexualidade gnóstica para solteiros, dissemos que esses podem despertar e levantar seu Kundalini por polarização divina, sob a condição de, em alguma vida anterior, haver criado seu corpo astral solar, mental solar ou até mesmo o seu corpo da vontade consciente solar.</p>
<p>Esses que em vidas anteriores construíram já um desses corpos, mesmo solteiros hoje, se trabalharem sobre si, se reunirem em si os méritos do coração, vivendo a Gnose na prática, confiem; terão seu fogo despertado na hora adequada&#8230;</p>
<p>É difícil passar às pessoas o que é a realidade do mundo dos Deuses; é difícil passar em palavras e fazer alguém perceber qual é o poder e a realidade que se escondem além dos nossos cinco sentidos. Por isso exortamos a todos dizendo simplesmente: CONFIEM! Tenham esta fé, esta confiança. Pratiquem, porque em praticando, as coisas vão sendo dadas, e ninguém precisa acreditar em nossas palavras ou lutar contra nossas palavras.</p>
<p>Não estamos aqui para convencer ninguém, não estamos vendendo nada, não estamos aqui pedindo absolutamente nada em troca, não estamos pedindo fidelidade, nem contribuições financeiras ou econômicas, não queremos formar carteira de fiéis ou seguidores, nada disso.</p>
<p>Estamos aqui simplesmente repartindo pública e abertamente alguma coisa que o bom senso nos permite falar; não podemos ir além porque não há entendimento suficiente no momento. Então nos limitamos a estas palavras; tratamos de explicar as coisas com essas metáforas, com esses recursos que temos à mão.</p>
<p>Aqueles que fizerem sua parte, que confiarem, que trabalharem para isso, saberão por si sós. O que podemos dizer é, sim, nós acreditamos em tudo isso; ninguém nunca nos deu demonstrações de nada. Simplesmente, por intuição, ou qualquer outro meio ou faculdade ou sistema que vocês possam atribuir, reconhecíamos, sabíamos ou sempre soubemos que as coisas eram assim, mesmo sem ter entendimento necessário; simplesmente sabíamos que aquilo que nos ensinava o Mestre Samael era verdade.</p>
<p>Só que ainda não tínhamos a capacidade de encarnar, absorver ou ancorar todas aquelas verdades, mas hoje podemos testemunhar muita coisa daquilo que nos ensinou o Mestre Samael sobre o caminho da iniciação, sobre os requisitos, e dar testemunho de que realmente vale a pena dedicar parte da sua vida a trabalhar sobre si porque as coisas são dadas no tempo certo&#8230; Confiem!</p>
<p>É como o agricultor que lança a semente a terra; a semente, uma vez na terra, segue o ciclo de germinação, desenvolvimento, florescimento, e mais tarde, de frutos, seja em forma de grão ou em forma de fruta mesmo, cumprindo assim o seu ciclo. As condições para isso estão muito claras para todo estudante médio dentro das fileiras gnósticas.</p>
<p>Quem está chegando agora e nunca ouviu falar disso ou pouco ouviu para falar disso terá que fazer a sua parte, que é estudar a doutrina; para isso, além dos livros do Mestre Samael que estão em nosso site, recomendamos também a audição, a leitura, estudo das transcrições destas aulas.</p>
<p>Kundalini é algo vivo; não é algo mecânico; é a divindade em nós. Quem desperta ou autoriza o despertar é a própria Mãe Divina. Não sei se vou conseguir ter a felicidade de descrever adequadamente ou apropriadamente o processo de despertar&#8230; Mas o trabalho de Buddhas, Mestres e Deuses que têm por atribuição nos mundos internos a tarefa de receber, ajudar e cuidar de novos chelas, lanus e discípulos é similar à tarefa dos médicos aqui em nosso mundo&#8230;</p>
<p>Vamos colocar da seguinte forma: um médico, que trabalha num hospital ou clínica, ou no pronto socorro, recebe ali, durante o seu plantão, seu dia de trabalho, gente que se acidentou em automóvel, ferido em briga, que apresenta escoriações, ossos quebrados e às vezes hemorragia&#8230; Outras vezes, ferimentos graves, intoxicação, envenenamento&#8230; Imaginem o ambiente hospitalar, onde a cada hora chegam novos pacientes enquanto na outra ponta outros estão recebendo alta&#8230;</p>
<p>Na Loja Branca é mais ou menos assim: nós chegamos lá arrebentados, estropiados, intoxicados, envenenados, cegos, surdos, mudos, cobertos de fezes, maltrapilhos e famintos feitos mendigo&#8230;</p>
<p>Aqueles que iniciam o trabalho sobre si são como se fossem tomar um banho&#8230; Quando alguém se lança nesse caminho seriamente, ele toma esse banho inicial e alguém lhe dá roupas limpas; passa então a usar roupas limpas. Ele não está bonito, não é um Mestre resplandecente; está apresentável; não tem aquele mau cheiro de quem não se lava há muito tempo; dá para nos aproximar dele e conversar; e aí segue a rotina de recuperação do paciente [ou do vagamundo&#8230;].</p>
<p>Se ele seguir a dieta, o tratamento, a disciplina, se realmente for obediente às recomendações “médicas”, que são as recomendações dadas pelos Instrutores, Buddhas e Mestres que têm a seu cargo nos purificar internamente &#8211; e eles fazem isso à condição que nós façamos nossa parte aqui e agora neste mundo físico &#8211; as coisas vão melhorando [para aquele que foi recolhido das ruas do mundo&#8230;].</p>
<p>Depois nos dão uma roupa branca e passaremos a ser reconhecidos como um “novato” que usa roupa branca. Evidente, que não tem grau nenhum, mas significa que é alguém que está se recuperando bem&#8230;</p>
<p>E por aí segue a rotina ao longo dos meses, e, às vezes, dos anos: Purificações lentas, profundas, até que um dia aquele que outrora foi um vagamundo está pronto para o despertar do fogo.</p>
<p>Antes que o fogo possa despertar, nossa coluna precisa ser revisada, desmontada e inúmeras peças, das quais não fazemos a mínima idéia de sua existência e de como é visto internamente, são reconstruídas.</p>
<p>Quando em purificação e limpeza, as colunas são literalmente desmontadas como se desmonta o motor de um carro, de uma máquina, de um equipamento &#8211; e tudo isso é refeito, refundido, remanufaturado; depois, volta-se a montar tudo, e o conjunto é fixado novamente no lugar&#8230;</p>
<p>Depois que toda a instalação está pronta, que tudo foi reconstruído, purificado, depois que todos os encanamentos internos foram trocados e revisados, chegará um momento em que o líder da equipe diz: “Tudo certo! Pode ligar a força!” Então a Mãe Divina autoriza&#8230; E nasce o primeiro grau de fogo dentro de nós&#8230; Sem risco algum&#8230;</p>
<p>Podemos explicar dessa forma como estou explicando aqui ou podemos explicar tudo isso utilizando os paralelos do processo de germinação de uma semente após a preparação do solo&#8230;</p>
<p>Há muitas maneiras de se explicar isso, mas o princípio é o mesmo. O fato é que quando pedimos nossa iniciação somos iguais àquele sujeito estropiado ou acidentado que se arrebentou com o automóvel nas rodovias da vida e chega ao hospital mais morto que vivo; no caso da iniciação, seguramente mais morto que vivo&#8230;</p>
<p>E aí com muita paciência e dedicação, os Buddhas, os Mestres, os Deuses, os elementais vão tratando de reconstruir pedaço a pedaço, parte a parte.</p>
<p>Primeiro reconstruir e purificar tudo para depois o fogo ser liberado. Se liberar o fogo antes de todo esse processo, é o mesmo que conectar uma velha instalação elétrica numa rede de alta tensão&#8230; Entendem isso?</p>
<p>Se a instalação é mal feita, ou se foi feita com uma fiação não indicada, a hora que a voltagem subir, vai incendiar. O resultado disso, de alguém que não fez sua parte, é o mesmo que ir para o hospício aqui em nosso mundo. O sistema nervoso, simpático, parassimpático, todas essas conexões nervosas, todas as conexões e aberturas e fechamentos dos sistemas elétricos em nosso cérebro [sinapses], não só em nosso cérebro, mas em todo sistema nervoso central, é tudo muito delicado&#8230;</p>
<p>Os médicos sabem quão delicado é o sistema nervoso aqui em nosso físico, imagine o quão mais delicado é o sistema elétrico, ígneo, que nós, genericamente, denominamos Kundalini. Não temos idéia do que é Kundalini &#8211; a verdade é essa; a humanidade não tem a mínima idéia do que existe por trás desta palavra&#8230;</p>
<p>Chega a ser deprimente quando ouvimos ou vemos por aí verdadeiros tontos, ignorantes totais, falando sobre Kundalini. Falam de Kundalini como quem discute futebol.</p>
<p>Esta é a realidade e sobre ela estamos falando hoje. Oxalá realmente nos seja possível despertar mais alguns estudantes sobre a delicadeza de todo esse processo, e, principalmente, sobre aquilo que é esperado de nós para nos conectarem com a grande rede elétrica cósmica.</p>
<p>Isso é feito aos poucos, corpo a corpo, grau a grau. Para cada um de nós, para cada ser humano, o processo é único, ainda que, em linhas gerais, siga o mesmo procedimento.</p>
<p>O fato é que, na prática, pelas histórias de vida, pelos raios, pela gravidade da nossa condição atual [karma], isso seja uma operação delicada, muito especial e específica.</p>
<p>E digo mais: se não existissem os Buddhas, os Mestres da Loja Branca, esses Deuses que cuidam disso, que são encarregados disso, cuja função no cosmo é exatamente desmontar e montar seres humanos, trocar as peças internas, refazer, refundir, etc. estaríamos perdidos.</p>
<p>Justamente aqui entra tudo que é falado na mitologia, como, por exemplo, o Deus Vulcano forjando espadas, escudos, armas e também peças para serem aplicadas em nossa coluna vertebral e em nossos órgãos nos mundos internos. Isso é real, meus amigos. É como pode ser visto com olhos de ver&#8230; É tão real tudo isso como cada um de nós, aqui, levar o seu carro a uma oficina mecânica para trocar peças ou refazer o motor.</p>
<p>Falamos dessa forma para que todos entendam o processo e o trabalho dos Buddhas, Deuses, Mestres e elementais durante nossa iniciação. É preciso reconstruir os corpos internos&#8230; E isso é feito dessa maneira&#8230;</p>
<p>Não queremos, falando assim, vulgarizar o processo; pelo contrário, descemos a esse nível de linguagem para sermos didaticamente compreendidos e mais produtivos; para que todos entendam a delicadeza e a necessidade que temos de fazer a manutenção básica aqui, tomarmos os cuidados básicos aqui, no dia a dia. Tudo que fazemos aqui, em pensamentos e obras, reflete-se no interno&#8230;</p>
<p>Esperamos com isso que todos se sintam mais motivados, para que tenham uma noção melhor do que é esperado de nós em termos de cuidados e conduta reta, méritos no coração e mística, práticas esotéricas e qualidade espiritual de relação sexual, no caso dos casados.</p>
<p>Muitos por aí têm a idéia, profundamente equivocada, de que se ficarem dez dias conectados direto, despertarão Kundalini; e se fizerem duas horas de arcano diariamente, muito breve despertarão Kundalini&#8230;</p>
<p>Mentira, engano, fantasia! Isso não procede! Se ficarem um minuto unido no chamado abraço AZF, no abraço alquímico, feito com mística, pureza, com as condições internas adequadas, este minuto vale mais do que um ano feito no sistema “vale tudo”, já mencionado&#8230;</p>
<p>Colocamos hoje tudo isso em formas contrastantes para que todos entendam que a prática alquímica é algo sagrado, e que atrás disso tudo, existe a divindade viva nos observando. Não há nenhuma diferença entre Ela [a divindade] e nós porque Ela somos nós, só que ignoramos isso aqui agora.</p>
<p>Atrás dessas expressões tão repetidas no ambiente gnóstico, como “despertar Kundalini”, “magia sexual”, “arcano AZF”, “prática de solteiro” há tudo isso e muito mais que nem mencionamos&#8230; Hoje, aqui, nosso objetivo era dar uma mensagem sintética sobre a realidade do despertar de Kundalini&#8230;</p>
<p>Até aqui nossas palavras; ficamos agora à disposição dos presentes para aprofundar os aspectos ou elementos que quiserem apresentar&#8230;</p>
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<p><strong>Perguntas</strong></p>
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<p><strong>P: Os sintomas do despertar de Kundalini podem ser constantes? Ou seja de mês em mês ou até mesmo em semanas repetidas?</strong></p>
<p>R: Meu caro amigo, os sintomas de despertar de Kundalini são presentes 24 horas por dia, 365 dias por ano. Quem tem Kundalini desperto sabe disso&#8230;</p>
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<p><strong>P: Um solteiro que não faz corretamente seu trabalho de transmutação poderá transformar-se em hanasmussen ou robustecer seus egos?</strong></p>
<p>R: Um solteiro que não faz corretamente o seu trabalho continuará no nível em que está; ele não se complica mais porque não trabalha com energias poderosas. Diferente é o caso daquele que é casado e faz isso que denominamos de “luxúria casta” &#8211; que é, supostamente, uma prática de AZF. Mas, na verdade, é um “vale tudo sem perder suas energias”. Esse sim, em 12 ou 15 anos se transforma em hanasmussen de, pelo menos, terceiro grau. O solteiro que não trabalha direito está perdendo seu tempo, só isso&#8230;</p>
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<p><strong>P: Temos que eliminar um mínimo de defeitos para despertar Kundalini?</strong></p>
<p>R: Sim, temos que eliminar um determinado percentual de defeitos para que desperte Kundalini. É aquilo que falamos: é preciso fazer a purificação, é preciso que os Mestres tenham a percepção objetiva e direta de que o poder divino, ao qual o estudante vai ser conectado, não o arrebente, e não venha usar esse poder contra si mesmo e contra seus irmãos.</p>
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<p><strong>P: Tem como perceber, no plano físico, quando nossas estruturas energéticas estão sendo retificadas nos mundos internos pelos Mestres?</strong></p>
<p>R: Sim, meu amigo! Sentem-se determinados reflexos aqui no mundo físico. Há dores no interior da coluna, nas costas, na cabeça; há dores que não podem ser localizadas no nosso interior. Claro que isso também são sintomas de doenças e enfermidades físicas. Então, sempre que alguém nos escreve falando dessas coisas, primeira providência que recomendamos é fazer um exame geral para ver se não há nenhuma enfermidade orgânica. Não podemos cair na fantasia, na mitomania. Mas, corroborando com o que você capta, sim, há correspondências físicas a respeito de algo que está sendo feito em nosso interior&#8230;</p>
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<p><strong>P: Um simples pensamento que não condiz com a pureza dos Deuses pode retardar o progresso de Kundalini?</strong></p>
<p>R: Sem dúvida nenhuma&#8230; Por isso insistimos muito em purificação da mente, falamos muito da castidade da mente&#8230; Em tendo castidade da mente, com o tempo a castidade física se apresentará normalmente, sem que alguém tenha que se matar para conquistar isso, se açoitar, se castigar. Não adianta forçar; ninguém pula o Jardim do Éden pela muralha; você entra pela porta da frente. Quem pula o muro e invade janela é o pessoal do outro lado, não esqueçamos disso.</p>
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<p><strong>P: Kundalini é a Deusa viva em nós, e nosso Íntimo seria nosso interno?</strong></p>
<p>R: Há que se entender o que é o Ser. O Ser é uma realidade muito ampla. Dentro do Ser estão os 12 apóstolos, os 24 anciãos que fala João no Apocalipse, estão as 12 constelações ou signos zodiacais; dentro de nós estão os profetas, os santos, muitos átomos divinos dos Deuses e vai por aí a fora. Cada um de nós tem partes do mundo exterior aqui e agora. Esse conjunto é o que chamamos de Ser. É nesse conjunto que temos a parte feminina de Deus que é nossa Mãe Divina e que o Mestre Samael descreve como tendo cinco aspectos distintos; sugiro estudar esse capítulo do livro “As Três Montanhas”, falando sobre os cinco aspectos da Mãe Divina&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>P: Poderia explicar melhor sobre especialistas que conduzem ou refazem </strong><strong>vértebra por vértebra?</strong></p>
<p>R: Vêm-me à memória vários casos concretos de boddhisattvas caídos; ao caírem, tiveram sua coluna totalmente arrebentada como se uma força interna explodisse literalmente a coluna&#8230; Essa coluna vertebral, vista com olhos espirituais, é uma coisa feia de se ver, como se você visse uma pessoa andando pela rua com a coluna totalmente aberta e com os ossos aparecendo ou saltando para fora. Então, é claro que isso vai exigir uma reconstrução total e completa&#8230; Outros, que estão por aí, boddhisattvas caídos que estão rolando há milhares de anos pelo lodo da terra, tiveram ou têm seus dutos internos [que equivalem às veias e aos nadis energéticos], outros canais no mundo do corpo astral, além do corpo etéreo – enfim, todos esses canais, dutos, a tubulação que temos, tudo isso precisa ser trocado, refeito, limpado, purificado e em muitos casos precisam ser trocados. Isso envolve peças de reposição ou partes que precisam ser forjadas. Quem é que forja? &#8211; Vulcano. Onde? Na forja! Onde é que está a forja? Dentro de nós, no sexo. Portanto, aquele que não tem energia, fogo, poder, matéria prima armazenada dentro de si, ou aquele que perde suas energias sexuais, é evidente que não é possível a nenhum forjador forjar coisa alguma. Aí ficamos na rua da amargura&#8230; Não temos matéria prima a oferecer aos elementais, aos Buddhas, aos Deuses encarregados de refazer, refundir todo este material. Então, uma coluna vertebral muitas vezes precisa ser construída inteira; ela é desmontada, literalmente, vértebra a vértebra, e depois é reconstruída, limpa e tratada com remédios e ungüentos medicinais que os Mestres aplicam&#8230; Em resumo, assim, dá para ter uma idéia do que realmente acontece internamente; espero que tenha captado a idéia&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>P: Existe alguma indicação prévia que Kundalini irá despertar?</strong></p>
<p>R: Bom, há muitas indicações prévias&#8230; Você pode ser avisado em sonhos simbólicos, pode que algum irmão, isso é raríssimo hoje no mundo, se tiver confiança e autorização para tal, diga ou revele tal evento; mas é muito difícil achar alguém com tais capacidades. O normal é em sonhos ser avisado, e pelos sintomas físicos, perceber que Kundalini irá despertar. Alguns irmãos que vivem esses processos aqui mesmo no Brasil &#8211; e que orbitam dentro desse pequeno canteiro de obras chamado Igreja Gnóstica do Brasil &#8211; falam que a eles foi indicado de forma mais objetiva: o próprio Senhor Anúbis se apresentou a eles dizendo que isso ia ocorrer, mostrou-lhes a balança em equilíbrio, com os pratos equilibrados, indicando que havia mérito no coração. Mostrava-lhes um ninho com serpentes despertas, mas não levantadas ainda; uma ou duas ou três, de acordo com os Kundalinis que iriam subir nessa atual encarnação. Isso são alguns exemplos do que têm acontecido com alguns irmãos e irmãs que estão vivendo esse processo neste momento aqui no Brasil e a quem temos acompanhado seus processos neste mundo&#8230; Claro que essas pessoas são acompanhadas e assistidas nos mundos internos. Mas, alguma coisa é necessário fazer aqui, neste mundo também – e é o que temos feito desde há algum tempo&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>P: A energia de Kundalini é a veste do iniciado?</strong></p>
<p>R: Não exatamente, porque as vestes são construídas com o mercúrio transmutado. Então é preciso primeiro economizar essa energia, preservar, guardar e transmutar essa energia; essa energia transmutada vai se depositando nos átomos, elétrons, moléculas e, gradativamente, vai se formando um novo corpo. Primeiro se refaz atomicamente todo o corpo físico, depois o etérico, em seguida o astral, e assim sucessivamente. É claro que esse processo de construção ou reconstrução de corpos se dá simultaneamente ao avanço de Kundalini. Por isso que às vezes a gente confunde Kundalini com as vestes. Não é bem assim, é preciso se ter um entendimento mais específico&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>P: Quem jogou sua energia fora por muitos anos sem saber dos prejuízos e agora vê os prejuízos em seu próprio corpo, pode se recuperar através da magia sexual ou pranayama?</strong></p>
<p>R: Sim, e para isso a primeira coisa que indicamos é ouvir as duas últimas conferências. Segundo, estude aquele documento que está em nosso site chamado sexualidade gnóstica para solteiros; em terceiro lugar é obvio que você precisa passar a viver de acordo com os ensinamentos dados ali. Em quarto lugar, negocie urgentemente tua salvação com o Senhor Anúbis, porque em dezembro 2007 fecham-se as portas para negociação, e aí você ficará por conta&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>P: Você falou que Kundalini é fogo, quando o Senhor Samael fala que a água é o habitat do fogo, quer isso dizer que no sêmen está Kundalini, é isso?</strong></p>
<p>R: Mais uma vez, meu amigo, temos que ser mais sutis ou sensíveis à percepção. A água sem dúvida nenhuma é o habitat do fogo; isso quer dizer que nas águas genesianas está o fogo, o fogo universal, a névoa de fogo. Mas isso, embora se possa dizer que seja parte de Kundalini, não é a Kundalini em si mesma. A matéria da névoa de fogo e a matéria de Kundalini &#8211; ou a realidade de um e de outro, em essência &#8211; é a mesma, na base é a mesma. Porém, depois, pelos trabalhos alquímicos e de refinamento, obtém-se uma individualidade, aperfeiçoamento, purificação, apuro, pureza e qualidade. A matéria prima é o sêmen e é desta matéria prima, ou água genesiana, que se retira o alimento para Kundalini. Kundalini é algo vivo, precisa de alimento. De onde vem o alimento? Dali&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>P: Quem ainda não tem 21 anos começa a trabalhar com transmutação de </strong><strong>solteiro?</strong></p>
<p>R: Nem pouca idade nem muita idade é explicação para deixar de fazer o trabalho&#8230; É preciso superar a preguiça, o comodismo, as explicações, as autojustificativas. É preciso aprisionar o Pilatos que lava as mãos permanentemente para não ter que fazer nada&#8230; É preciso acabar com o demônio da má vontade e se lançar definitivamente nesse caminho ou nada será feito&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>P: Kundalini em um Mestre possui um fluido inesgotável de energia?</strong></p>
<p>R: Sem dúvida nenhuma. Kundalini de um Mestre é a própria fonte inesgotável de energia porque, por ele, flui a energia do cosmo; entenda desta forma e estará bastante perto da realidade. O dia que você ver isso entenderá exatamente o que dizem essas palavras&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>P: A prática da yoga da juventude ajuda o trabalho dos Buddhas na retificação desses canais?</strong></p>
<p>R: Toda prática esotérica que fazemos aqui ajuda não só os Buddhas, mas também os elementais&#8230; Entendam que os elementais são os operários, as abelhas que elaboram o mel, que constroem o favo; é toda uma equipe de trabalho&#8230; A base, o chão de fábrica, são os elementais; então, temos que fazer essas práticas de yoga da juventude, mantras, práticas com os elementais diretamente, todos os dias, justamente para alimentar bem e produzirem mais e melhor&#8230; Este trabalho também gera moedas para pagar nossas contas ou negociarmos junto ao Senhor Anúbis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>P: A Mãe Divina permite que Kundalini desperte em alguém que não despertou o mínimo de consciência?</strong></p>
<p>R: Esse termo “despertar a consciência” é algo que também na Gnose não foi devidamente entendido&#8230; Em nosso site há conferências onde buscamos dar um entendimento mais amplo do que seja consciência e despertar&#8230; O que é consciência? Entendemos que consciência desperta é e só pode se dar pela morte de ego. Se não temos 10, 15, ou 20 % de egos eliminados, ou de mente purificada, dificilmente teremos méritos no coração para despertar Kundalini. Muito difícil, então, na prática, que Kundalini desperte; mas, aproveito sua pergunta para repetir algo que é muito importante nesses tempos finais&#8230; Nestes tempos finais, não importa quantos Kundalinis você tem; você pode ter meio Kundalini desperto, mas isso é suficiente para que sua alma seja resgatada. Ao ser resgatada, logo após o desencarne, você vai para uma determinada região, que denominamos “ilha”; nesta ilha você prosseguirá o trabalho de morte e do despertar de consciência, junto com sua Mãe Divina. Esse é o entendimento que queremos passar a todos&#8230; Temos dito aqui sempre que não há mais tempo para ninguém se auto-realizar ou eliminar cem por cento do seu ego. Então, a Loja Branca, o Tribunal da Lei, estão fazendo esse tipo de negociação. Mas, não nos enganemos: é preciso levar com seriedade, profundidade e muita responsabilidade toda essa questão de resgatar a alma, negociar o seu karma e fazer as práticas que a Gnose ensina&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>P: Com o despertar de Kundalini adquirimos poderes especiais?</strong></p>
<p>R: Olha, meu amigo, tenho muito presente comigo uma frase do Mestre Samael que diz o seguinte: “os poderes são pagamentos que o Logos realiza por trabalhos realizados”. Kundalini dá muitos poderes, não necessariamente que dá todos os poderes do universo&#8230; Isso é dado segundo os méritos dos trabalhos realizados, são pagamentos que a divindade nos faz por trabalhos realizados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>P: O progresso do Mestre Samael da 1ª a 5ª iniciação maior foi muito rápido, se não me engano em cinco anos? E qualquer um que se dedica com tanto afinco pode se desenvolver com tanta rapidez?</strong></p>
<p>R: Eu te digo mais: aqui no Brasil há pessoas que caminharam muito mais rápido até&#8230; No caso do Mestre Samael, isso se deveu à condição de despertar que ele já possuía&#8230; Pode-se desenvolver com mais rapidez, muito mais rapidez, mas é preciso trabalhar muito. É por isso que, de forma codificada, tenho dito: “façam à parte que lhes corresponde, e confiem”. Vocês não têm idéia da realidade que está em outros universos, realidades paralelas a nossa. Nós não temos idéia do poder e da atuação da Loja Branca, interagindo aqui e agora, neste mundo, através de algumas pessoas; acreditem nisso. Mas, infelizmente, quando falamos “acreditem”, é desviado; as pessoas tomam isso como se quiséssemos enganar incautos. Todo mundo se debate em sua própria ignorância. Porém, se você reunir em si o mínimo de fé, e fizer a tua parte, apenas focando a tua parte, confiando que a Loja Branca fará a contrapartida, não por exigência sua, mas porque assim é o natural, as coisas se darão no tempo devido. O universo se move em cima do equilíbrio da balança, acredite. Em um ano se pode levantar cinco Kundalinis, mas isso é muito raro acontecer; são para boddhisattvas caídos de grandes Deuses que efetivamente trabalharam muito sobre si, fizeram trabalho nesta vida; nem falo de vidas anteriores, porque há que estivesse inclusive no inferno, como é o caso de Belzebu. Não estou dizendo que Belzebu levantou cinco Kundalinis&#8230; Só estou usando Belzebu como um exemplo de que, para o amor divino, a misericórdia divina, não há limites; acredite nisso; faça por merecer; conquiste esse direito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>P: Os salvos são apenas aqueles que têm Kundalinis despertos?</strong></p>
<p>R: De certa maneira sim, porque senão, não resiste a certos processos do desencarne. Então, esses que vão resgatar a sua alma, terão o fogo desperto; não digo que venha a ter todo o primeiro Kundalini levantado, não! Mas terão fogo suficiente para resistir os processos de morte e pós-morte. Isso é o mais importante neste momento, porque estamos em tempos finais e pouquíssimo tempo temos pela frente&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>P: Se praticamos arcano, até onde sei, castamente, por algumas semanas, e após isso ficamos uns dias dispersos do trabalho prático, sem perder a energia sexual para outros cilindros, essa energia se perde, se dissipa?</strong></p>
<p>R: Não, esses trabalhos de castidade são como carga na bateria&#8230; Lembre-se que na última aula falei que o Mestre Samael, depois que se tornou um duas vezes nascido, esteve sete anos afastado de práticas alquímicas, apenas meditando e eliminando defeitos. É claro que esses defeitos foram eliminados devido ao fogo que tinha dentro de si. Apenas algumas semanas de castidade não muda nada&#8230; É a mesma coisa que alguém usar guarda-chuva depois de estar encharcado, depois de ter atravessado um rio a nado. De que vai servir um guarda-chuva? Mas é assim que se começa, isso é importante. Começa-se preservando a própria energia por dias ou semanas; é preciso reeducar a fisiologia, o corpo, o pensamento, os sentimentos. Tudo precisa ser reeducado, e isso não se faz da noite ao dia. É importante deixar claro esta concepção para que ninguém entre em pânico, entre em desespero. Isso não resolve nada, não soma nada; pelo contrário, só complica. Essa história de se fazer de coitadinho diante da divindade é a maior besteira que alguém pode ensinar dentro da Gnose. Temos que ser honestos, sinceros, puros, assumir a responsabilidade de cada um de nossos atos, e fazer o trabalho que nos cabe fazer&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>P: Porque Kundalini, na simbologia de uma serpente, engole o aspirante ao caminho? Ou isso não acontece?</strong></p>
<p>R: É um símbolo&#8230; É claro que vamos ser devorados pela serpente. Isso quer dizer que nos transformamos em serpente&#8230; A Mãe se apodera de nós e nos tornamos um com ela; esse é o propósito da iniciação. É isso, então, que em simbologia significa ser devorados pela serpente&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>P: O estudante que desencarna pode ser resgatado mesmo se ainda não </strong></p>
<p><strong>estiver desperto no astral?</strong></p>
<p>R: Sem dúvida&#8230; Isso também pode ser incluído no rol das fantasias que se espalharam dentro do meio gnóstico. Por aí, em muitos lugares, é ensinado desesperadamente a sair em astral, como se alguém, um fantasma lunar, totalmente tomado de egos, pudesse sair em astral&#8230; Isso é mero desdobramento do ego&#8230; Entenda-se, definitivamente, que só sai em astral quem tem corpo astral. Se em algum momento, em alguma existência anterior, você criou o corpo astral, então, você pode sair em corpo astral porque você tem de fato um corpo astral&#8230; Bem verdade que os poderes, as características, as virtudes deste corpo astral, no momento, estão apagadas, desligadas, adormecidas. Porém, se negociar com a lei divina, fazer a tua parte, começar a fazer a tua parte com sinceridade, com responsabilidade, com entrega, terá a sua oportunidade. Volto a repetir: não temos idéia do que é o poder divino interagindo aqui neste mundo físico&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>P: Quanto à transmutação de solteiro, a prática diária do pranayama egípcio é suficiente, além da conduta reta?</strong></p>
<p>R: Se você fizer dez minutos de transmutação de solteiro por dia, isso é suficiente, além da conduta reta e das meditações&#8230; Isso é o suficiente! Claro que nesse conjunto de práticas você inclui, por exemplo, na conduta reta, a morte dos defeitos e o trabalho junto a tua Mãe Divina para que ela elimine esses defeitos&#8230; Isso é suficiente, sim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>P: Como saber se já estamos usando roupas limpas nos mundos internos?</strong></p>
<p>R: Só vendo! Você pode pedir a tua Divina Mãe que mostre o teu real estado interior; você pode pedir aos Mestres da Loja Branca ou ao teu Pai, ao Senhor Anúbis, que mostre a tua real condição interior; em sonhos você poderá se ver exatamente como está neste momento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>P: Algum desvio da coluna ou má postura pode atrapalhar Kundalini?</strong></p>
<p>R: Não, estas questões não têm correlação. Talvez você venha sentir mais dor quando iniciar os processos, isso é possível, mas não é impedimento de nada&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autor Karl Bunn</p>
<p><strong>Para um maior aprofundamento, recomendamos: <a href="http://www.gnose.org.br/os_misterios_sexuais/">Os Mistérios Sexuais da Gnose</a>
</strong></p>

<p><em>O texto acima é cópia integral, (modificada a pontuação e feitas algumas alterações para dar o formato de texto), de uma conferência ditada por Karl Bunn, presidente Igreja Gnóstica do Brasil – www.gnose.org.br – realizada ao vivo dia 11.09.2007, por intermédio do programa Paltalk, via Internet. Transcrição de texto: Mariana Cunha. Revisão final feita pelo próprio autor.</em></p>
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										</item>
		<item>
		<title>Videoconferências de Samael Aun Weor</title>
		<link>https://gnose.org.br/download_videos/</link>
				<pubDate>Tue, 04 Feb 2014 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ABRAGNOSE]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Samael Aun Weor]]></category>
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				<description><![CDATA[Venerável Mestre Samael Aun Weor Lista de videoconferências do V.M. Samael Aun Weor que dispomos no momento para você baixar. Periodicamente esta seção receberá novos itens. SAW &#8211; Luxuria e a Mãe Divina &#8211; (16387K) SAW &#8211; A Cultura Serpentina do México &#8211; (1753K) SAW &#8211; A Entropia &#8211; (3754K) SAW &#8211; A Esfinge &#8211; [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[Venerável Mestre Samael Aun Weor
<p>Lista de videoconferências do V.M. Samael Aun Weor que dispomos no momento para você baixar. Periodicamente esta seção receberá novos itens.</p>
<p><a href="/upload/downloadsarquivos/(VIDEO)_SAW_Luxuria_e_a_Mae_Divina.zip">SAW &#8211; Luxuria e a Mãe Divina &#8211; (16387K)</a></p>
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<p><a href="/upload/downloadsarquivos/(VIDEO)_SAW_Entrevista.zip">SAW &#8211; Entrevista &#8211; (36853K)</a></p>
<p>Para saber mais sobre a vida deste grande mestre acesse o nosso podcast: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=JXWG0r4oi7E">O Advento de Samael &#8211; Podcast Abragnose 32</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>Atenção Plena &#038; Auto-Observação II</title>
		<link>https://gnose.org.br/atencao_plena_auto-observacao_ii/</link>
				<pubDate>Tue, 29 Oct 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ABRAGNOSE]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gnose, Gnosis, Gnosticismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Lidos]]></category>
		<category><![CDATA[Transcrições]]></category>
		<category><![CDATA[Conduta Reta]]></category>
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		<category><![CDATA[Gnose]]></category>
		<category><![CDATA[Karl Bunn]]></category>
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				<description><![CDATA[Como sabemos, a essência da meditação do buddhismo gnóstico consiste no desenvolvimento da plena atenção ou da percepção real e objetiva de tudo e todas as coisas. A atenção plena se desenvolve mediante um programa de treinamento específico; não é algo arbitrário ou feito ao acaso, mas sim, baseado num dos mais conhecidos textos do cânone Theravada, [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Como sabemos, a essência da meditação do buddhismo gnóstico consiste no desenvolvimento da plena atenção ou da percepção real e objetiva de tudo e todas as coisas.</p>
<p>A <strong>atenção plena </strong>se desenvolve mediante um programa de treinamento específico; não é algo arbitrário ou feito ao acaso, mas sim, baseado num dos mais conhecidos textos do cânone Theravada, que é o <strong>Buddhismo Gnóstico </strong>. Portanto, estamos nos referindo <strong>ao discurso [sutta] dos quatro fundamentos da atenção plena </strong>, mencionado na reunião anterior: o <strong>Satipatthana Sutta </strong>.</p>
<p>A prática da meditação e da atenção plena podem ser comparadas, como mencionamos no encontro anterior, só para rememorar alguma coisa, com o ato de ferver a água numa chaleira. Se queremos aquecer a água da chaleira no fogão, temos que acender a chama e mantê-la acesa por um determinado tempo para que a água se aqueça e depois ferva.</p>
<p>No caso da prática da atenção plena, acender o fogo do fogão e mantê-lo aceso, equivale a estar atentos a nós mesmos, ou seja, plenamente atentos, e, cada vez que nos distraímos, equivale a desligar a chama do fogão.</p>
<p>Se o nosso objetivo é ferver a água, é claro que não podemos desligar o fogo a toda hora, porque a água não vai ferver. Se desligarmos o fogo mais tempo que o mantivermos aceso, a água não aquecerá nem ferverá, literalmente, nunca. <strong>Ferver a água equivale a alcançar a iluminação. </strong>Se não formos capazes de manter a atenção plena pelo tempo necessário, não só durante o dia, mas durante nossa vida, é claro que a chaleira com água não ferverá; ou seja: não alcançaremos o estado de iluminação.</p>
<p>A título de esclarecimento, lembramos que no <strong>Buddhismo Theravada </strong>existem dois tipos fundamentais de meditação: um deles visa ao desenvolvimento da tranqüilidade através de estados de absorções meditativas, que recebe o nome de <strong>Jhana</strong>; e existe um outro tipo de meditação, conhecido como <strong>Vipassana </strong>, e este visa a obter ou a alcançar a visão interna da verdadeira natureza das coisas.</p>
<p>Essas duas formas de meditação não são excludentes entre si, massim, complementares. Ainda que o tipo Vipassana seja considerado o mais elevado, a meditação da atenção plena, ou a meditação da introspecção, Jhana, resume-se numa frase que mencionamos no encontro anterior: &#8220;seja atento&#8221;, isto é: vigie a tua mente ou observe a si mesmo o tempo todo. No exemplo dado, acima, equivale a manter a chama do fogo permanentemente acesa para que a água da chaleira ferva.</p>
<p>Colocado isso, entendemos, concluímos, que o Satipatthana Sutta é essencialmente um paradigma para alcançar a visão interna da verdadeira natureza das coisas, usando, para isso, percepção total. Esse sistema oferece um programa, como dissemos. Este programa é natural e lógico; qualquer pessoa pode seguir esse programa com grandes resultados concretos. Com isso queremos tirar ou eliminar a idéia falsa, ou o mito, de que existe algo mágico, por assim dizer, na prática da atenção plena. Não, não existe! É técnica pura; pura técnica de concentração, de vigilância permanente, para não deixarmos a mente se desgarrar do aqui e agora.</p>
<p>Como tema de meditação podemos lançar mão de vários objetos, como mencionamos. <strong>O objeto </strong>de uma meditação é sempre<strong>o tema </strong>ou <strong>o motivo </strong>ou <strong>o foco </strong>. Como tema de meditação podemos usar a respiração, observar o corpo físico, observar as sensações e a própria consciência; podemos usar também os objetos mentais, ditos objetos mentais, que nossos próprios pensamentos.</p>
<p>Traduzindo, isso significa que nós podemos meditar usando os próprios pensamentos que surgem em nossa mente; não há razão, motivo ou explicação para não meditarmos; e também não é algo absurdo conseguir a concentração; muitos alegam que não conseguem meditar porque se distraem. Utilizem, então, nesse caso, os próprios pensamentos que surgem, como objeto de meditação.</p>
<p>Na seqüência, isso ficará mais claro&#8230; Em realidade, o Satipatthana Sutta é muito simples. Este sutta ilustra uma das principais convicções sobre o ideal do buddhismo gnóstico, qual seja: <strong>a de que os sentidos, incluindo a mente, devem ser transformados para que possamos perceber a verdade. </strong></p>
<p>O que vem a ser esta verdade? É a vida tal qual ela é, não como nossos sentidos dizem que é ou nos informam que é.</p>
<p>É preciso ir além das impressões sensoriais para percebermos, então, a verdade. Este é o propósito deste sutta. O Satipatthana Sutta começa pelo pressuposto da condição ilusória do ser humano, ou seja, toma como ponto de partida que o ser humano não conhece a realidade da vida, apenas [conhece] as impressões que da vida recolhemos pelos sentidos.</p>
<p>Isso nos remete à visão, à percepção, clara e evidente, de que no estado habitual, somos levados a ficar alheios acerca da natureza das coisas, principalmente da natureza da própria existência; ou seja, ficar alheio é a mesma coisa que ficar distraído ou identificado com as ilusões que são as impressões recolhidas da vida pelos nossos cinco sentidos mais a mente.</p>
<p>Assim sendo, levados por uma multidão de desejos egocêntricos, como ira, avareza, ódio, luxúria, gula, vaidade, ambição etc., os sentidos humanos constroem um mundo que é artificial e irreal. É um mundo onde o ego, a auto-satisfação, são de grande, enorme importância, e quando somos ameaçados por tudo aquilo que desafia o lugar, o status ou a posição pessoal, os sentidos perpetuam ou ampliam a ilusão de um mundo no qual os egos vivem no meio de coisas, num ambiente; e são esses egos que transmitem ou dão à impressão de felicidade e de bem estar, e assim caímos nessa ilusão de felicidade e bem estar egóicos.</p>
<p>Mas isso não é real! E, por força dessa ilusão, nós, seres humanos, somos levados e conduzidos pela ganância, ambição, ódios religiosos, raciais, discriminações e até mesmo partimos para a destruição de outros seres humanos. Nações entram em guerra contra outras nações a fim de conquistar uma posição ou defender uma idéia ilusória, um ideal baseado na ilusão, como, por exemplo, a ilusão de paz, que é sempre o motivo para iniciar uma guerra.</p>
<p>De quê paz estamos falando? De quê paz falam as nações para se lançarem à guerra? A sua paz? baseada nos seus interesses de mercado? interesses egoístas? na supremacia? na imposição de valores sobre outros povos, culturas, nações?</p>
<p>É disso que estamos falando, porque é assim que na vida prática e concreta isso ocorre. Mas a raiz disso tudo está na ilusão. Não temos mais acapacidade de perceber a realidade da vida porque hoje somos dominados pelas ilusões dos sentidos. Por isso, meus amigos, que o objetivo do Satipatthana Sutta consiste em sugerir, apontar ou indicar um meio, um caminho, que permita a compreensão da verdadeira natureza das coisas&#8230;</p>
<p>Essa não é uma tarefa muito simples; é uma tarefa trabalhosa. Então, meditar não significa, não é um devaneio mental como, por exemplo, contemplar um pôr de sol. Muitas pessoas se põem a contemplar o sol ao fim do dia e dizem que estão meditando; não é bem assim. Muitas vezes essa contemplação leva ou arrebata o contemplador a devaneios mentais, e ele se sente bem com isso; aí é mais uma ilusão da mente.</p>
<p>A meditação consciente, pelo contrário: é uma disciplina de confrontação com os processos da vida tal como realmente são. Em outras palavras: uma meditação consciente desnuda as impressões que chegam à nossa mente pelos cinco sentidos. Para isso precisamos ter uma postura, uma atitude crítica ou autocrítica, de atenção plena &#8211; e só a atenção plena, a auto-observação permanente nos proporciona isso, porque, se estamos fascinados, identificados, dormindo, com as projeções e fantasias de nossa mente, é claro que não temos mais atenção nenhuma; a nossa desatenção é total.</p>
<p>Portanto, a meditação consciente não depende de nenhum estímulo externo; não depende de drogas, sejam elas alucinógenas ou enteógenas, como aqui, em outra ocasião, já alertamos, ao falarmos sobre os fenômenos da falsa consciência; muitos não levaram e ainda não levam a sério; vão perder o retorno [e muito mais] por causa disso.</p>
<p><strong>O satipatthana Sutta minimiza ou elimina as distorções sensoriais que contradizem a verdade sobre a natureza das coisas. </strong>O objetivo é proporcionar uma compreensão objetiva do ego e também do mundo e da vida, através de um método analítico e dentro de um ambiente controlado.</p>
<p>O que significa isso? Significa proporcionar compreensão a partir de uma percepção ou auto-percepção ou da identificação de um objeto. Uma vez que se percebe algo, se faz análise, a crítica, e essa análise crítica, leva-nos à compreensão; e o que significa ambiente controlado? Quem exercita a atenção plena tem o ambiente controlado.</p>
<p>Para aquele que persevera nessa disciplina técnica, é grande a recompensa que vai colher, ainda que ninguém medita para ganhar alguma coisa. Porque se alguém faz meditação para ganhar alguma coisa, está perdendo seu tempo. A meditação não objetiva ganhar algo, nem receber algo, não!</p>
<p>Devemos meditar simplesmente para poder ver, perceber e captar ou compreender as coisas realmente como são; portanto, uma vez que se tenha essa visão, ser ou poder ser aquilo que realmente somos em realidade, e não aquilo que pensamos que somos.</p>
<p>Nós não nos damos conta de que somos um ego reencarnante; não nos damos conta que somos uma mente que pensa, que somos um Ser aprisionado num corpo de barro. O corpo oferece impressões suficientes para nos fazer acreditar que somos o corpo. Mas, em realidade, não é isso; <strong>nós somos aquilo que está dentro do corpo, </strong>somos a consciência que está dentro do corpo, somos a consciência que percebe o próprio pensamento e próprio processo de pensar.</p>
<p>Isso precisa ser vivenciado, captado, e não tem como se fazer isso ou explicar isso através da dialética. Pela dialética até podemos transmitir estas verdades conceituais, porém se tornarão verdades reais à medida que cada um for vivenciando isso por si só. Se não houver vivência, se não houver disciplina prática e sistemática da meditação e da atenção plena, não vai haver comprovação nem experimentação da verdade e da realidade da vida.</p>
<p>Dentro disso, uma das meditações mais usadas pelo buddhismo gnóstico é, justamente, <strong>a meditação da atenção plena sobre o corpo. </strong>Na reunião anterior abordamos a atenção plena sobre o corpo caminhando. Hoje vamos abordar um outro aspecto da atenção plena sobre o corpo. Portanto, apropriadamente, devemos iniciar com a conscientização da respiração. Trata-se de um exercício específico, destinado a conseguir não só a consciência da respiração, mas também a percepção do corpo e de todos os seus processos.</p>
<p>O Satipatthana Sutta ensina a procurar um lugar tranqüilo, sentar-se com as pernas cruzadas, manter-se perfeitamente ereto e utilizar a respiração como objeto da meditação; depois que dominar a consciência da respiração pode-se partir para outras modalidades, como meditar andando ou tratar de meditar em atividade. Portanto, nessa condição de atento, o monge inspira e atento ele expira, e quando se dá conta e pensa &#8220;respiro lentamente&#8221;, <strong>compreende </strong>que está respirando lentamente; ou quando se dá conta &#8220;respiro depressa&#8221;, <strong>compreende </strong>que está respirando depressa.</p>
<p>A consciência da respiração, através do simples exercício de prestar atenção às inalações e às exalações prolongadas ou curtas, produzem um duplo resultado: <strong>1)a percepção da natureza de todo corpo; 2) a tranqüilização das atividades orgânicas. </strong></p>
<p>Vamos analisar, por um momento, as conseqüências advindas se cada um dos nossos atos fosse executado com uma atenção consciente de cada movimento, de cada sentimento, de cada pensamento. Tal conscientização não é uma atitude de investigação ou conceituação racional, mas é a simples e natural percepção de tudo que ocorre interna e externamente; uma consciência que observa sem apegos todos os acontecimentos mentais e físicos.</p>
<p>Como bem diz o Satipatthana Sutta: &#8220;ter consciência do mecanismo da respiração é um exercício em si e por si mesmo, mas também é a atenção sobre a respiração destinada a orientar a meditação para a visão interna, para conduzir a meditação para a visão interna&#8221;.</p>
<p>Sob esse aspecto é encarada como o primeiro passo de um programa regular e sistemático de treinamento e desenvolvimento. Assim, a contemplação do corpo, das sensações, da mente ou dos objetos mentais, é realizada como parte da percepção da respiração.</p>
<p>Uma pessoa que se esforça para alcançar a visão interna precisa constatar, com absoluta clareza, todos os seus movimentos e atos, desde abaixar-se e esticar as pernas até vestir as roupas, passando pelo que bebeu, comeu, mastigou, engoliu. Em suma, nada do que faz deve passar despercebido ou não-observado. Isso é atenção plena, isso é auto-observação.</p>
<p>Os atos, que para o homem comum são motivados ou conduzidos subconscientemente, passam a fazer parte da vida consciente do meditador ou do bhikkhu, do estudante de Gnose, e todas as atividades físicas são compreendidas nesse sentido, de estarem sujeitas à plena percepção pura, ou seja, nada passa despercebido.</p>
<p>Isso não quer dizer que a mente deva empenhar-se indefinidamente nas razões e motivos desses atos todos, desses movimentos. Não, não tem que fazer isso; pelo contrário, o esforço, aqui, tem um propósito, que é eliminar a sujeição aos hábitos, ou a mecanicidade dos hábitos, dos pensamentos que vêm irrefletidamente, mecanicamente em nossa mente.</p>
<p>O Satipatthana Sutta adverte ou avisa a quem medita que deve refletir sobre as partes do corpo, da sola dos pés ao alto da cabeça, em termos de: cabelos, unhas, dentes, pele, carne, nervos, ossos, medula, rins, coração, fígado, membranas, baço, pulmões, estômago, intestinos, etc. E também avisa para refletir ou dar-se conta sobre: excremento, bile, catarro, pus, sangue, suor, gordura, lágrimas, saliva, muco do nariz, urina, etc.</p>
<p>Esta relação, aqui mencionada, talvez possa até chocar alguns; pode chocar, mas, como é natural, deve ser visto como parte natural do corpo humano. O objetivo é exatamente esse: não pintar um quadro atraente do corpo, mas justamente reforçar a noção e a idéia de que o corpo não passa de um conjunto de partes bastante repulsivas até.</p>
<p>Quando o meditador, o Bhikkhu, o estudante de Gnose, o interessado em desenvolver a atenção plena, se dá conta da realidade do corpo, quando passa a perceber que no corpo não existe nada que vale a pena a se apegar, a desejar, ele deixa de ser conduzido para lá e para cá pela luxúria, por exemplo, porque são os sentidos que passam a nós a idéia de “corpo atraente”, e este mesmo conceito, “mulher atraente”, “homem atraente”, a partir dos quais se desenvolve todo um processo luxurioso, que pode levar à fornicação, ao adultério. [Não sei se estamos conseguindo passar a idéia&#8230; Mas é assim mesmo que ocorre&#8230;]</p>
<p>Se passarmos a ver o corpo tal qual ele é, dotado de tudo isso que mencionamos aqui, carne, nervo, ossos, medula, rins, coração, órgãos internos, e também excrementos, catarro, pus, muco, urina, essas transformações de impressões gradativamente vai destruindo a ilusão luxuriosa. É disso que estamos falando, meus amigos.</p>
<p>Portanto, a conscientização de um estudante, de um bhikkhu, de um monge, fundamenta-se exclusivamente na idéia de que o corpo apenas existe. O corpo existe e não se pode negar, mas, as idéias e conceitos de “corpo jovem”, “corpo atraente”, “apetitoso”, “gostoso” despertam os desejos e das sensações de tocar tais corpos.</p>
<p>Quanto antes superarmos essa ilusão sensorial mais rapidamente podemos triunfar sobre nossa luxúria e sobre nossos processos luxuriosos; afinal, não há razão para apegarmo-nos ao corpo, viver em função do corpo e também dos sentidos que nos passam as ilusões, as imagens, as impressões sobre o corpo &#8211; nada mais que isso.</p>
<p>O buddhismo gnóstico ensina claramente ao meditador, ao bhikkhu, considerar o corpo como <strong>“um todo composto unicamente dos quatro elementos materiais primitivos que é terra, água, fogo e ar”, </strong>porque todo o corpo e os órgãos internos, as glândulas, tudo é feito desses elementos, em última análise. O que passa disso, é ilusão&#8230;</p>
<p><strong>Quando alguém percebe objetivamente a realidade, se dá conta que o corpo humano é um conjunto, um órgão, um instrumento para a consciência se expressar, agir e interagir aqui neste mundo, onde estamos neste momento. </strong></p>
<p>O processo analítico, no qual o praticante-estudante está envolto, enquanto examina o corpo, é também um exercício de controle da mente, porque não deixa a mente desgarrar-se nas fantasias. As definições, nesse caso, são limitadas, não no sentido lógico ou lingüístico, mas como um exercício destinado a focar a mente.</p>
<p><strong>Poderia afirmar que o Satipatthana sutta estabelece um contexto rigoroso para a mente em lugar de permitir as habituais reações mentais fruto de uma indisciplina da mecanicidade dos pensamentos. </strong>No entanto, ao reduzir o indivíduo aos elementos básicos, elementais, fundamentais ou partes constituintes, enfraquecemos &#8211; e com o tempo eliminamos &#8211; o ego ou os egos que, justamente, se alimentam, que se formaram, que sobrevivem dessas ilusões sensoriais.</p>
<p>A redução do apego ao corpo é acentuada pelo que se menciona como <strong>as oito contemplações do cemitério </strong>. Isso é ensinado no Buddhismo e também em nosso <strong>Curso de Meditação </strong>, que está disponível no site [www.gnose.org.br]. Ali se fala alguma coisa sobre isso; uma das meditações ali recomendadas é exatamente meditar sobre a morte e os processos de decomposição do corpo.</p>
<p>O Satipatthana sutta orienta e ensina a meditar sobre as oito contemplações do cemitério, que nada mais é do que ver o corpo humano atual, ainda que nesse momento jovem, atraente, bonito, cheio de vida, viçoso, ao cabo de alguns anos se transformará num cadáver.</p>
<p><strong>As oito contemplações do cemitério </strong>são quadros que descrevem o corpo nas diversas fases de apodrecimento e dissolução que segue à morte. É claro que isso é uma idéia ou um pensamento bem desagradável. Mas acreditamos que a franqueza e a objetividade desta passagem dispensa maiores comentários; todos sabemos o que é um corpo em decomposição&#8230;</p>
<p>Uma das formas de meditar, utilizando o corpo como objeto de meditação, é exatamente esse: atenção plena no corpo humano desde que ele nasce, cresce, se desenvolve, passa pela fase da adolescência, a idade adulta, depois a senilidade e, por fim, a morte e a dissolução do corpo após a morte.</p>
<p>Esta contemplação, a meditação nesses quadros objetiva libertar aquele que medita do apego às coisas do mundo; libertar e criar um estado de independência &#8211; e a palavra independência é bastante adequada, porque no nível mais profundo, a prática da meditação do buddhismo gnóstico tem como objetivo trazer à realidade um novo estado de Ser, caracterizado pela liberdade total, ou seja: se nós nos descondicionarmos de tudo isso que temos e tomamos hoje como sendo verdade e realidade, se fizermos uma ampla e profunda transformação mediante a atenção plena, a auto-observação direta sobre nós mesmos, ao fim alcançaremos um novo estado de consciência, caracterizado pela liberdade total &#8211; e na liberdade total, com o incondicionamento da mente, podemos, então, perceber a realidade tal qual ela é.</p>
<p>Meditar sobre os processo de dissolução do corpo, ao qual estamos tão apegados, ocasiona realmente algumas repulsas, e o objetivo é exatamente esse: gerar repulsões, porque as repulsões são sensações, percepções, conclusões, sentimentos, opostos ao que o ego nos diz, ao que os sentidos nos dizem.</p>
<p>Entretanto, podemos inclusive, quem estudou a história de Buddha, sabe que Siddhartha Gautama iniciou sua peregrinação espiritual a partir da visão de um cadáver; foi ali que ele concluiu ou o levou a pensar: &#8220;mas, afinal, o fim da vida é esse? A finalidade da existência é essa? Virar um cadáver? Então, por que se apegar a algo que vai ser dissolvido, que irá perecer?&#8221;</p>
<p>À medida que aprendemos a pôr consciência em tudo e em todas as coisas, à medida que nos desapegamos de tudo e de todos, inclusive de nós mesmos, de nossos sentimentos, de nossos pensamentos, de nossa idéias ou &#8220;verdades&#8221;, à medida que vamos percebendo objetivamente que a vida real e concreta não é a que nossos sentidos indicam ou transmitem, vamos despertando nossa consciência.</p>
<p>Até aqui nossas palavras desta noite; ficamos agora à disposição daqueles que quiserem ampliar o sentido, a visão, a percepção daquilo que tratamos de apresentar e expor aqui; fiquem à vontade para fazerem os questionamentos que acharem necessários. Peço apenas que não fujamos do tema para, justamente, não contrariar o nosso objetivo maior aqui, que é o da atenção plena&#8230;</p>
<p><strong>Perguntas</strong></p>
<p><strong>P: Quando se está concentrando num chakra, fazendo uma vocalização, é normal sentir uma sensação de dor ou desconforto neste lugar? </strong>
R: Se você se concentra numa determinada parte do corpo humano, para ali converge maior quantidade, volume de energia, inclusive circulação sangüínea. Então quando tratamos de concentrar num chakra, vocalizar o mantra respectivo desse chakra, é claro que ali se concentra energia vital, astral, da mente e para ali também se concentra, no respectivo órgão da contra parte física, maior quantidade de sangue. Então vêm os sintomas decorrentes do exercício; não há porque temer, se assustar; a única coisa que aconselhamos é não queiram fazer oito horas diárias de exercícios como este de começo, de cara, porque vai gerar problemas.Sempre temos recomendado aqui uma hora, duas horas de meditação diária mais a prática da atenção plena durante o dia, claro que tomando como base filosófica de tudo a conduta reta, a prática e a expressão das virtudes como ensina o karma yoga. Se vivermos de acordo com esses princípios e fazermos nossas práticas tudo sairá bem&#8230; [no início, quem nunca fez nada, deve ser prudente: uma hora, no máximo, para começar, durante sessenta dias; depois, gradativamente, vai ampliando o tempo, até chegar a duas horas, três horas. Oxalá todos pudessem meditar três horas por dia, fazer práticas três horas por dia dessas práticas passivas; daria um grande salto espiritual&#8230;</p>
<p><strong>P: É sabido que se obtém um melhor resultado na meditação justamente naquele período no início da sonolência; tenho observado que é justamente nesse momento que mais sinto sono, e embora me esforce ao contrário, sinto que o mesmo fica cada vez mais forte, não me dando condições de prosseguir. O que posso fazer para vencer este inimigo? </strong>
R: Meu caro amigo, quem diz que essa sonolência, ou esse estado de sono, é seu inimigo? O Mestre Samael sempre foi categórico em afirmar, ao longo da sua vida, que meditação sem sono, sem estado de sonolência, danifica o cérebro. Meu amigo, aprenda apenas a cavalgar o tigre, aprenda apenas a surfar na onda que está aí à sua frente; não se conflite tanto assim; pratique apenas a atenção plena durante o estado de sonolência. O Mestre Samael, em determinadas práticas, diz que, inclusive ele ensina em algumas outras práticas, que é obrigatório você entrar no estado de sono, e até mesmo sono profundo, porque aí, em estado de sono profundo, você irá falar com seu Íntimo. Claro que no começo, se você dormir, aí é outra coisa; mas estamos falando de sono ou sonolência profunda, e esse estado de sono ou sonolência profunda, equivale à meditação profunda ou estado de meditação profunda &#8211; que não deixa de ser uma certa sonolência, ou se parecer com sonolência. Isso não é esse sono que caímos na cama e dormimos feito pedra. Acho que falta apenas exercitar o domínio que te falta nesse ponto; não encare isso como um obstáculo, mas sim, como algo aliado a você; apenas aprenda a equilibrar-se na onda: estado de sono profundo sem perder a consciência, compreende?</p>
<p><strong>P: Você ensinou uma meditação para o corpo físico; existe uma meditação para as sensações? </strong>
R: Quando falávamos da respiração e também do corpo físico comentamos sobre as sensações; estão envolvidas. As sensações todas são dadas pelo corpo físico. Então, na prática, no exercício da atenção plena, ou da auto-observação, não há como não perceber o corpo, não perceber a respiração, e não há como não perceber as sensações. Esse é um tema que ainda vamos aprofundar, como havíamos anunciado anteriormente. Isso será feito na próxima reunião&#8230; Em resumo, as sensações se resumem em três classes: sensação agradável, desagradável e neutra. Todas elas, especialmente as agradáveis e desagradáveis, alimentam e geram egos, caso não trabalharmos nas transformações das impressões. Mas o nosso propósito hoje aqui foi o de ensinar a meditar sentado ou deitado, que é a meditação passiva tomando como objeto de meditação o corpo e tudo que a ele está relacionado. Na próxima semana falaremos da atenção plena na transição da vida para a morte, que é muito importante, visto que 2012 se aproxima, e antes disso muitos fenômenos já se precipitarão&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autor: Karl Bunn</p>
<p><strong>Para um maior aprofundamento, recomendamos: <a href="http://www.gnose.org.br/atencao-plena-auto-observacao-iii/">Atenção Plena &amp; Auto-Observação III</a>
</strong></p>

<p><em>O texto acima é cópia integral, (modificada a pontuação e feitas algumas alterações para dar o formato de texto), de uma conferência ditada por Karl Bunn, presidente da Igreja Gnóstica do Brasil – www.gnose.org.br – realizada ao vivo dia 17.07.2007, por intermédio do programa Paltalk, via Internet. Equipe: Transcrição de texto: Mariana Cunha. Revisado pelo próprio autor.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>O Sutra do Diamante [O Olho Gnóstico]</title>
		<link>https://gnose.org.br/sutra_do_diamante_olho_gnostico/</link>
				<pubDate>Tue, 29 Oct 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ABRAGNOSE]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gnose, Gnosis, Gnosticismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Lidos]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ego]]></category>
		<category><![CDATA[Gnose]]></category>
		<category><![CDATA[Gnosis]]></category>
		<category><![CDATA[Iluminação]]></category>

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				<description><![CDATA[  O Sutra do Diamante &#8211; Vajracchedika Prajna Paramita (1) Assim eu ouvi. Uma manhã, quando o Buddha estava perto de Shravasti no bosque de Jeta, Ele e Sua comunidade de mil duzentos e cinquenta monges foram à cidade para mendigar sua refeição matinal; e depois que voltaram e terminaram a refeição, deixaram de lado [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><strong>O Sutra do Diamante &#8211; Vajracchedika Prajna Paramita</strong></p>
<p>(1) Assim eu ouvi. Uma manhã, quando o Buddha estava perto de Shravasti no bosque de Jeta, Ele e Sua comunidade de mil duzentos e cinquenta monges foram à cidade para mendigar sua refeição matinal; e depois que voltaram e terminaram a refeição, deixaram de lado seus robes e tigelas e lavaram seus pés. Então o Buddha sentou-se e os outros sentaram diante dele.</p>
<p>(2) Do meio da assembleia levantou-se o Venerável Subhuti. Ele descobriu seu ombro direito, ajoelhou-se sobre a perna direita, e, juntando as palmas das mãos, inclinou-se diante do Buddha. &#8220;Senhor,&#8221; ele disse, &#8220;Tathagata! Honrado-por-todo-o-mundo! Que maravilhoso é que sejamos protegidos e instruídos pela Sua misericórdia! Senhor, quando homens e mulheres anunciam que desejam seguir o Caminho do Bodhisattva e nos perguntam como devem proceder, que devemos dizer-lhes?</p>
<p>(3) Bom Subhuti,&#8221; respondeu o Buddha, &#8220;sempre que alguém anuncia, `Eu quero seguir o Caminho do Bodhisattva porque quero salvar todos os seres sencientes; e não importa se são criaturas formadas em um útero ou chocadas em ovos; se seus ciclos de vida são tão observáveis como os de minhocas, insetos e borboletas; ou se aparecem miraculosamente como cogumelos ou deuses; ou se são capazes de pensamentos profundos ou de nenhum pensamento, faço o voto de conduzir cada um dos seres ao Nirvana!&#8217; então, Subhuti, deves lembrar o que tomou os votos que mesmo que um tal incontável número de seres fosse assim libertado, na verdade nenhum ser seria libertado. Um Bodhisattva não se apega à ilusão de uma individualidade ou entidade egoica ou a uma identificação pessoal. Na verdade, não existe qualquer &#8220;eu&#8221; que liberta e nenhum &#8220;eles&#8221; que são libertados.</p>
<p>(4) &#8220;Além disso, Subhuti, um Bodhisattva deveria ser desapegado de todos os desejos, sejam de ver, ouvir, cheirar, tocar ou degustar qualquer coisa, ou seja o de levar multidões à iluminação. Um Bodhisattva não prova da ambição. Seu amor é infinito e não pode ser limitado por apegos ou ambições pessoais. Quando o amor é infinito seus méritos são incalculáveis.</p>
<p>&#8220;Diga, Subhuti, podes medir o céu oriental?&#8221;</p>
<p>&#8220;Não, Senhor, não posso.&#8221;</p>
<p>&#8220;Podes medir o espaço que fica ao Sul, Oeste, Norte ou mesmo para baixo ou para cima?&#8221;</p>
<p>&#8220;Não, Senhor, não posso.&#8221;</p>
<p>&#8220;Nem podes medir os méritos de um Bodhisattva que ama, trabalha e dá sem desejo ou ambição.&#8221;</p>
<p>&#8220;Bodhisattvas deveriam prestar atenção particular a esta instrução.&#8221;</p>
<p>(5) &#8220;Subhuti, o que achas? É possível descrever o Tathagata? Pode Ele ser reconhecido por características materiais?&#8221;</p>
<p>&#8220;Não, Senhor, não é possível submeter o Tathagata a diferenciações ou comparações.&#8221; Então o Senhor disse, &#8220;Subhuti, na fraude do Samsara, todas as coisas são vistas como diferentes ou com diferentes atributos, mas na verdade do Nirvana nenhuma diferenciação é possível. O Tathagata não pode ser descrito.&#8221;</p>
<p>&#8220;Quem quer que perceba que todas as qualidades não são, na verdade, qualidades determinadas percebe o Tathagata.&#8221;</p>
<p>(6) Subhuti perguntou ao Buddha, &#8220;Honrado-pelo-mundo, sempre haverá homens que compreendem este ensinamento?&#8221;</p>
<p>&#8220;O Senhor respondeu, &#8220;Subhuti, não duvides disso! Sempre haverá Bodhisattvas virtuosos e sábios; e, em eras por vir, estes Bodhisattvas plantarão suas raízes de mérito sob muitas árvores Bodhi. Receberão este ensinamento e responderão com serena fé porque sempre haverá Buddhas para inspirá-los. O Tathagata os verá e os reconhecerá com seu olho-Búddhico porque nestes Bodhisattvas não haverá obstruções, nem percepção de um eu individual, nenhuma percepção de um ser separado, nenhuma percepção de uma alma, nem de uma pessoa. E estes Bodhisattvas também não vão perceber as coisas como tendo qualidades próprias nem como sendo destituídas de qualidades próprias. Nem vão discriminar entre bem e mal. A discriminação entre boa e má conduta deve ser usada como se usa um barco. Depois que deixa aquele que cruzou a corrente no outro lado, deve ser abandonado.&#8221;</p>
<p>(7) &#8220;Diga, Subhuti, O Tathagata conseguiu a Perfeita Iluminação que Transcende Comparações? Se assim é, há algo sobre ela que o Tathagata pode ensinar?&#8221;</p>
<p>&#8220;Subhuti respondeu, &#8220;Da maneira como entendo o ensinamento ele não pode ser ensinado e não pode ser atingido ou compreendido e nem pode ser ensinado. Por quê? Porque o Tathagata disse que a Verdade não é uma coisa que pode ser diferenciada ou contida e então a Verdade não pode ser compreendida ou expressada. A Verdade nem é e nem não é.&#8221;</p>
<p>(8) Então o Senhor perguntou, &#8220;Se alguém enchesse três mil galáxias com os sete tesouros &#8211; ouro, prata, lápis-lazuli, cristal, ágata, pérolas vermelhas e cornalina &#8211; e desse tudo o que possuísse como esmola ou caridade, ganharia grande mérito?&#8221;</p>
<p>Subhuti respondeu, &#8220;Senhor, grande mérito, de fato, caberia a ele ainda que, na verdade, ele não tenha uma existência separada à qual o mérito pudesse ser associado.&#8221;</p>
<p>Então o Buddha disse, &#8220;Suponha que alguém entendesse apenas quatro linhas do nosso Discurso mas ainda assim resolvesse se dar ao trabalho de explicar estas linhas para alguém mais; então, Subhuti, seu mérito seria maior que o do doador de esmolas. Por quê? Porque este Discurso pode produzir Buddhas! Este Discurso revela a Perfeição da Iluminação que Transcende Comparações!</p>
<p>(9) &#8220;Diga, Subhuti. Um discípulo que começa a cruzar a corrente diz a si mesmo, `Eu mereço as honras e recompensas de alguém que começou a cruzar a corrente&#8217;?&#8221;</p>
<p>&#8220;Não, Senhor. Alguém que realmente esteja entrando na corrente não pensa em si mesmo como uma ego-entidade isolada que possa merecer qualquer coisa. Apenas aquele discípulo que não vê diferença entre si mesmo e os outros, que não dá importância a nome, forma, som, odor, gosto, tato ou qualquer qualidade pode ser chamado um daqueles que entraram na corrente.&#8221;</p>
<p>&#8220;Um adepto que esteja sujeito a apenas um renascimento mais diz a si mesmo, `Eu mereço as honras e recompensas de alguém que só renascerá uma vez mais&#8217;?&#8221;</p>
<p>&#8220;Não, Senhor. `Um que renascerá uma só vez mais&#8217; é apenas um nome. Não há falecimento ou volta à existência. Apenas quem compreende isto pode ser chamado um adepto.&#8221;</p>
<p>&#8220;Um Venerável que nunca mais terá que nascer como um mortal diz a si mesmo, `Eu mereço as honras e recompensas de alguém que não mais retornará&#8217;?&#8221;</p>
<p>&#8220;Não, Honrado-pelo-mundo. `Alguém que não retornará&#8217; é apenas um nome. Não existem o retornar ou o não-retornar.&#8221;</p>
<p>&#8220;Diga, Subhuti. Um Buddha diz a si mesmo, `Eu atingi a perfeita Iluminação&#8217;?&#8221;</p>
<p>&#8220;Não, Senhor. Não há nada como uma Iluminação Perfeita a se obter. Senhor, se um Buddha Perfeitamente Iluminado dissesse a si mesmo, `tal sou eu&#8217; ele estaria admitindo a existência de uma identidade individual, um eu e uma personalidade separadas e neste caso não seria um Buddha Perfeitamente Iluminado.</p>
<p>&#8220;Ó, Honrado-pelo-mundo! Havíeis declarado que eu, Subhuti, me distingui entre teus discípulos no conhecimento da bem-aventurança do samadhi, em viver perfeitamente contente e satisfeito em reclusão, e em ser livre das paixões. Ainda assim não digo a mim mesmo que o sou pois se pensasse em mim mesmo como tal então não seria verdade que escapei da ilusão do ego. Sei que na verdade não há Subhuti e portanto Subhuti não reside em qualquer lugar, que ele não conhece e nem ignora a bem-aventurança, e que não é livre e nem escravo das paixões.</p>
<p>(10) O Buddha disse, &#8220;Subhuti, que pensas? No passado, quando o Tathagata estava com Dipankara, o Completamente Iluminado, Ele aprendeu algo dele?&#8221;</p>
<p>&#8220;Não, Senhor. Não há algo como uma doutrina a ser aprendida.&#8221;</p>
<p>&#8220;Subhuti, saibas também que se qualquer Bodhisattva dissesse, `Eu vou criar um paraíso&#8217;, ele estaria mentindo. E porquê? Porque um paraíso não pode ser construído nem destruído.</p>
<p>&#8220;Saibas então, Subhuti, que todo o Bodhisttva, maior ou menor, deveria experimentar a pura mente que vem depois da extinção do ego. Tal mente não discrimina e faz julgamento de som, gosto, toque, odor, ou qualquer qualidade. Um Bodhisattva deveria desenvolver uma mente que não forma qualquer apego ou aversão a qualquer coisa.</p>
<p>&#8220;Suponhas que um homem fosse dotado de um corpo enorme, tão grande que tivesse a presença pessoal como a de Sumero, o rei das montanhas. Sua existência pessoal seria grande?&#8221;</p>
<p>&#8220;Sim, Senhor. Seria grande, mas `existência pessoal&#8217; é apenas um nome. Na verdade, ele nem existiria e nem não existiria.&#8221;</p>
<p>(11) &#8220;Subhuti, se houvesse tantos rios Ganges quanto há grãos de areia no rio Ganges, o total de grãos seria grande?&#8221;</p>
<p>&#8220;Grande, de fato, Honrado-por-todo-o-mundo. Seria mais fácil contar todos os rios Ganges, do que contar o total combinado de grãos de areia neles todos!&#8221;</p>
<p>&#8220;Subhuti, vou te contar uma grande verdade. Se alguém enchesse três mil galáxias com os sete tesouros para cada grão de areia em todos esses rios Ganges e desse isso tudo como esmola ou caridade, ganharia muito mérito?&#8221;</p>
<p>&#8220;Muito mérito, certamente, Senhor.&#8221;</p>
<p>Então o Buddha declarou, &#8220;No entanto, Subhuti, se alguém estudasse nosso Discurso e entende apenas quatro linhas dele mas então explica essas quatro linhas para alguém mais, o mérito consequente seria muito maior.&#8221;</p>
<p>(12) &#8220;Além disso, Subhuti, onde quer que aquelas quatro linhas sejam proclamadas, aquele lugar deveria ser venerado como um Santuário do Buddha. E a veneração seria proporcional ao número de linhas explicadas!</p>
<p>&#8220;Qualquer um que compreenda e explique este Discurso em sua totalidade consegue a mais alta e mais maravilhosa de todas as verdades. E onde quer que esta explicação é dada, lá, naquele lugar, deverias te conduzir como se estivesses na presença do Buddha. Em tal lugar deverias te curvar e oferecer flores e incenso.&#8221;</p>
<p>(13) Então Subhuti perguntou, &#8220;Honrado-por-todo-o-mundo, por que nome deveria este Discurso ser conhecido?&#8221;</p>
<p>O Buddha respondeu, &#8220;Este Discurso deveria ser conhecido como o Vajracchedika Prajna Paramita &#8211; o Lapidador da Sabedoria Transcendental &#8211; porque é o Ensinamento que é duro e afiado e corta a concepção errada e a ilusão.&#8221;</p>
<p>(14) Neste ponto o impacto do Dharma levou Subhuti a derramar lágrimas. Então, enquanto limpava a face, ele disse, &#8220;Senhor, que precioso é que pronunciastes este profundo Discurso! Já faz muito tempo que meu olho da sabedoria foi aberto pela primeira vez; mas desde aquele dia até hoje nunca havia ouvido uma explicação tão maravilhosa da natureza da Realidade Fundamental.&#8221;</p>
<p>&#8220;Senhor, sei que por muitos anos ainda haverá homens e mulheres que, sabendo do nosso Discurso, o receberão com fé e entendimento. Serão livres da ideia de uma entidade-ego, livres da ideia de uma alma pessoal, livres da ideia de um ser individual ou existência separada. Que realização memorável essa liberdade será!&#8221;</p>
<p>(16) &#8220;Subhuti, apesar de neste mundo ter havido milhões e milhões de Buddhas, e todos tendo muito mérito, o maior mérito de todos virá àquele homem ou mulher que, quando nossa Época Búddhica chegar próxima ao seu fim no período dos últimos quinhentos anos, receber este discurso, considerá-lo, tiver fé nele, e então explicá-lo a alguém mais, resgatando assim nossa Boa Doutrina do colapso final.&#8221;</p>
<p>(17) &#8220;Senhor, como então deveríamos instruir aqueles que querem tomar o voto do Bodhisattva?&#8221;</p>
<p>&#8220;Diga a eles que se quiserem chegar à Perfeita Iluminação que Transcende Comparações eles devem estar decididos em suas atitudes. Devem estar determinados a libertar cada ser vivente mas devem entender que na verdade não há seres vivos individuais ou separados.&#8221;</p>
<p>&#8220;Subhuti, para ser chamado um Bodhisattva na verdade, um Bodhisattva deve ser completamente destituído de quaisquer concepções de um si mesmo.&#8221;</p>
<p>(18) &#8220;Diga, Subhuti, o Tathagata tem o olho humano?&#8221;
&#8220;Sim, Senhor, Ele tem.&#8221;
&#8220;E o Tathagata tem o olho divino?&#8221;
&#8220;Sim, Senhor, Ele tem.&#8221;
<strong>&#8220;E o Tathagata possui o olho gnóstico?&#8221;</strong>
&#8220;Sim, Honrado-por-todo-o-mundo.&#8221;
&#8220;E Ele possui o olho da sabedoria transcendental?&#8221;
&#8220;Sim, Senhor.&#8221;
&#8220;E o Tathagata possui o olho-Búddhico da onisciência?&#8221;
&#8220;Sim, Senhor, Ele o tem.&#8221;</p>
<p>&#8220;Subhuti, apesar de haver incontáveis Terras Búddhicas e incontáveis seres com diferentes mentes nessas Terras Búddhicas, o Tathagata compreende a todos com sua Mente que Tudo Abarca. Quanto às suas mentes, são meramente chamadas de `mente.&#8217; Tais mentes não têm existência real. Subhuti, é impossível reter a mente do passado, impossível reter a mente do presente, e impossível apreender a mente do futuro porque em nenhuma de suas atividades a mente tem substância ou existência.&#8221;</p>
<p>(32) &#8220;E finalmente, Subhuti, novamente saibas que se um homem desse tudo o que tem &#8211; tesouros suficientes para encher incontáveis mundos &#8211; e outro homem ou mulher acordasse para o puro pensamento da Iluminação e tomasse apenas quatro linhas deste discurso, as recitasse, considerasse, compreendesse e então, para o benefício de outros, as distribuísse e explicasse, o mérito deste ou desta seria o maior de todos.
&#8220;Agora, como deveria ser a maneira de um Bodhisattva explicar estas linhas? Deveria ser desapegado das coisas fraudulentas do Samsara e deveria permanecer na verdade eterna da Realidade. Deveria saber que o ego é um fantasma e que tal ilusão não precisa persistir por muito tempo.</p>
<p>&#8220;E assim ele deve ver o mundo impermanente do ego &#8211;
Como uma estrela cadente, ou a vaidosa Vênus ofuscada
pela Aurora,
Pequena bolha na água corrente, um sonho,
A chama de uma vela, que tremula e se vai.&#8221;</p>
<p>Quando o Buddha terminou, o Venerável Subhuti e os outros na assembleia se encheram de alegria com o ensinamento dEle; e, recebendo-o sinceramente em seus corações, tomaram seus caminhos.&#8221;
<strong>
Para um maior aprofundamento, recomendamos:<a href="http://www.gnose.org.br/falsas_luzes/"> Falsas Luzes</a></strong></p>

<p><em>* Uma versão abreviada. As seções 19 a 31 foram omitidas porque repetiam seções anteriores. O capítulo 17 foi omitido pelo tradutor para o Inglês, Edward Conze, porque, nas suas palavras: &#8220;No capítulo 17 o Sutra volta ao começo. A questão do capítulo 2 é repetida, do mesmo modo como a resposta do capítulo 3. 17-a-d sucessivamente considera os estágios da carreira de um Bodhisattva, exatamente como os capítulos 3 a 5, e novamente o capítulo 10 o fez. Com a ausência de uma real entidade para sua principal ideia, o capítulo 27 novamente cobre terreno antigo.. O 17a corresponde ao 3; 17b ao 10a; 17d ao 7, 14g ao final do 8; 17e ao 10c, e o 17g ao 10b.&#8221;</em></p>

<p>&nbsp;</p>
<p><em>Traduzido do Inglês por Chuan Yuan Shakya</em>
<a href="http://xuyun.zatma.org/Portuguese/Dharma/Sruti_Smriti/Sutras/Prajanaparamita.html">Fonte: http://xuyun.zatma.org/Portuguese/Dharma/Sruti_Smriti/Sutras/Prajanaparamita.html</a></p>
]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>Samael por Ele Mesmo</title>
		<link>https://gnose.org.br/samael_aun_weor_ele_mesmo/</link>
				<pubDate>Wed, 23 Oct 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ABRAGNOSE]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Samael Aun Weor]]></category>
		<category><![CDATA[Atlântida]]></category>
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				<description><![CDATA[&#8220;Muita gente acredita que Samael é apenas um pseudônimo. Não! Efetivamente, eu sou Samael! Vocês mesmos devem ter lido ou ouvido falar que a Kabala fala de Samael, qualificando-o como o Anjo Regente do planeta Marte. Na Bíblia, Samael é qualificado como demônio. Não importa! O fato é que eu sou Samael! E digo com [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Muita gente acredita que Samael é apenas um pseudônimo. Não! Efetivamente, eu sou Samael! Vocês mesmos devem ter lido ou ouvido falar que a Kabala fala de Samael, qualificando-o como o Anjo Regente do planeta Marte. Na Bíblia, Samael é qualificado como demônio. Não importa! O fato é que eu sou Samael!</p>
<p>E digo com toda franqueza e honestidade que isso é verdade e, ainda que me levassem a um paredão de fuzilamento, não mudaria de idéia. Eu não tenho pseudônimo! Repito: Eu sou Samael!</p>
<p>Mas, por que alguns dizem que eu sou um anjo e outros dizem que eu sou um demônio? Simplesmente porque eu caí (uma queda espiritual), num passado muito remoto, quando vivia na Ásia Central, nos Himalaias, no começo da Raça Ariana. Cometi o mesmo erro do Conde Zanoni. Naquele tempo, eu tinha um corpo lemuriano, imortal. Fui testemunha ocular do afundamento de todo o continente da Lemúria ao longo de mais de dez mil anos. Vi nascer a Atlântida. Conheci toda a Atlântida, onde segui vivendo com o mesmo corpo lemuriano. Vi também, depois, a Atlântida afundar-se no oceano. Acompanhei o Manu Vaisvavata em seu êxodo daquele continente, antes do seu afundamento. </p>
<p>Mas, infelizmente, cometi um grave erro. Acontece que, depois do êxodo, acabei indo viver num dos tantos reinos que havia na região na época. Eu estava proibido de tomar esposa novamente, por causa do meu grau de imortal. </p>
<p>Se vocês não sabem, esclareço que os filhos dos Deuses não podem mais desposar mulheres. Mas, acabei me apaixonando por uma belíssima mulher e acabei me casando.</p>
<p>Grande erro! Minha Divina Mãe, um dia, me chamou a uma caverna profunda. E lá me mostrou o futuro que me aguardava caso continuasse naquela situação. Vi lágrimas, chuvas, doenças, misérias. Me vi como um autêntico judeu errante pelo mundo. Pedi perdão pelo erro cometido, mas, já era tarde; já havia metido os pés pelas mãos! Essa foi minha queda.</p>
<p>Perdi o corpo imortal e acabei submetido à roda de nascimentos e mortes. Por isso digo a vocês: meu Real Ser Interno é a Mônada Regente do planeta Marte. Quanto a mim, aqui, diante de vocês, acabei me transformando num Boddhisattwa caído. Ressurgiram os egos em minha mente e me tornei um verdadeiro diabo. Agora, nesta atual existência, compreendi a necessidade de eliminar os egos, de realizar a Grande Obra e retornar ao Pai. É assim, dessa forma, que estou aqui, hoje, falando a vocês, com o coração na mão! Samael Aun Weor é o meu nome verdadeiro como Boddhisattwa. Samael é o nome da minha Mônada!</p>
<p>Sou perfeitamente consciente do amanhecer da vida neste sistema solar! Eu vi surgir esta Creação! Estou aqui, com esta humanidade, desde o primeiro instante! Desde que o coração do sistema solar começou a palpitar depois de uma longa Noite Cósmica! Vim para cá porque para cá me mandou meu Deus Interno, meu Pai que está dentro de mim! Meu propósito é o de servir e de ajudar esta humanidade! E creio que estou servindo o meu semelhante, creio que estou trabalhando em favor da humanidade! Durante muitos séculos estive caído, é verdade, mas, agora, não! Já me levantei do lodo da terra. Já estou finalizando a Obra do Pai!</p>
<p>Portanto, falo do que tenho vivido e experimentado! Estou dentro deste corpo para poder ajudar a humanidade. Mas, em nome da verdade, digo que eu sou o Arcanjo Samael! Se os ignorantes querem dar risada do que estou dizendo ou se não aceitam esse fato, não importa! Não é problema meu! A mim só me interessa dizer o que sou quando me perguntam! Meu único objetivo é o de ensinar a Doutrina do Pai, de meu Pai, que está dentro de mim.</p>
<p><a href="http://www.edisaw.com.br/fim-tempos"><strong>O FIM DOS TEMPOS</strong> </a></p>
<p>Agora vou narrar algo extraordinário, relacionado à minha atual existência. Quando reconquistei (e tenho que dizer que foi uma reconquista, porque havia perdido e agora já recuperei) o grau de Adepto Qualificado, naturalmente, fui recepcionado no Mundo Causal. É nesse Plano da Consciência Cósmica que está o templo da Grande Loja Branca. Os Mestres da Fraternidade Branca me receberam com desfiles militares e todos me saudaram como fazem os gnósticos. A solenidade de recepção, realizada no templo, foi em estilo militar. Os Adeptos desfilaram diante de minha insignificante pessoa como fazem os militares nos dias comemorativos unicamente para me dar as boas-vindas, do mesmo modo como fazem com qualquer outro Iniciado que alcança determinado grau ou posto dentro da Hierarquia Divina.</p>
<p>A transmissão de grau foi feita telepaticamente. Não lembro de ter visto nenhum sorriso no rosto dos presentes. E ali havia Adeptos chineses, alemães, ingleses, franceses, enfim, de todas as partes do mundo que estão trabalhando na Grande Obra do Pai. Ninguém estava sorrindo. Pelo contrário: em todos existia uma grande seriedade. </p>
<p>Nessa ocasião, telepaticamente, me informaram de tudo que vai acontecer com a humanidade proximamente. Milhões de seres humanos vão perecer pelo fogo, pela água, pelos furacões, pelos terremotos, pelas doenças, pela fome e pelas guerras, que acontecerão antes daquelas catástrofes. Portanto, ninguém estava sorrindo; não havia motivo para rir. Pelo contrário: havia uma terrível severidade em todos aqueles rostos. Me foi dado a entender também a grande responsabilidade que eu estava assumindo, porque, sobre meus ombros, estava caindo o dever de conduzir o Exército de Salvação Mundial desses difíceis tempos finais.</p>
<p>Também me foi dito na época que as instituições gnósticas que caíssem na negligência ou que amolecessem no trabalho seriam cortadas. Ou seja: seriam desligadas da força cósmica, essa fantástica energia que a tudo faz crescer e progredir. Obviamente, pessoas e grupos destituídos dessa energia acabariam se confundindo e fracassando no trabalho, individual e coletivo.</p>
<p>Portanto, é preciso criar um exército de pessoas de boa vontade antes que venha a catástrofe e levá-lo a um lugar seguro. Eu sei qual é esse lugar, mas se eu revelasse, acabaria atrapalhando a Obra do Pai. Nesse local não vai acontecer nada. A esse lugar serão levados todos aqueles que se mostrarem dignos, aqueles que efetivamente estiverem trabalhando sobre si mesmos. No dia, hora e tempo certo essas pessoas serão avisadas para onde devem se dirigir. E ali, todos reunidos, contemplaremos a batalha entre o fogo e a água, como aconteceu na Lemúria e na Atlântida, durante dois séculos.</p>
<p>Passados os 200 anos, quando do fundo do mar já terão surgido novas terras, é para ali que será conduzido esse grupo, convertendo-se no núcleo básico de formação da Sexta Grande Raça.</p>
<p>É óbvio que, nesse intervalo, a Terra ficará envolta em fogo, fumaça e vapor. É durante esses dois séculos que essas pessoas terão que eliminar de sua mente o eu psicológico. Na nova Idade de Ouro não será dado corpo físico a ninguém com ego. Uma só pessoa com ego seria suficiente para corromper todo o resto e colocar em risco a própria Idade de Ouro. Essa é a dura realidade!</p>
<p>Durante a Idade de Ouro não haverá fronteiras, a Terra será transformada e surgirá uma nova Terra, regenerada! Tudo isso que estou comentando está simbolizado no Touro Alado! O Touro Alado é o símbolo da Terra regenerada! É o símbolo do evangelho da futura Idade de Ouro. A Idade de Ouro não é daqui a alguns milhões de anos! Não! É para agora, para a Era de Aquário! Nostradamus disse que sob Aquário surgiria a Idade de Ouro e Nostradamus jamais se equivocou! Além disso, fatos são fatos! Hercólubus já está ao alcance dos telescópios. Não vê quem não quer. </p>
<p>Portanto, o objetivo de nossos estudos é, precisamente, o de formar um grupo de pessoas que sirva de base para a futura Sexta Grande Raça. Se vocês cooperarem com o Sol, com o Logos Solar, se trabalharem sobre si mesmos, poderão fazer parte desse núcleo fundamental. Seria fantástico se vocês chegassem a fazer parte desse grupo inicial&#8230; Os tempos finais estão às nossas portas. Mas, as pessoas, vendo, não vêem, e, ouvindo, não ouvem!</p>
<p>Há muitos anos atrás, quando eu era ainda muito jovem, me revelaram nos mundos superiores tudo isso que estou aqui hoje comentando com vocês. Soube então que a mim estava destinado cumprir esta missão. E me via exatamente assim, diante de vocês, no meio dos grupos, dizendo isso tudo que estou dizendo hoje aqui. Através do sentido da clarividência eu via Hercólobus, eu me via nas ruas e nos auditórios, via as pessoas rindo do que eu falava, via aqueles que acreditavam em minhas palavras, enfim, naquele tempo já pude antever tudo que acontece hoje. Tudo que disse vai se cumprir, tudo vai acontecer, não tenham dúvida! </p>
<p>Na Atlântida, quando fiz o mesmo trabalho que estou fazendo hoje, as pessoas também davam risada, debochavam, faziam piada, me chamavam de louco, etc. Bem, antes que aquelas pessoas despertassem para a realidade próxima, tivemos que sair rumo às novas terras para evitar a catástrofe. Todos aqueles que desdenharam nossos avisos morreram afogados ou tragados pelos terremotos. A mesma coisa vai acontecer agora, em nossa época&#8230;</p>

<p>Tradução: Karl Bunn</p>
<p>* Este texto é uma tradução livre, porém fiel, de uma palestra que o Mestre proferiu no Auditório Cívico do Estado, em Guadalajara, no ano de 1975.</p>
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		<title>A Obra Escrita</title>
		<link>https://gnose.org.br/samael_aun_weor_obra_escrita/</link>
				<pubDate>Wed, 23 Oct 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ABRAGNOSE]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Samael Aun Weor]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência]]></category>
		<category><![CDATA[Era de Aquário]]></category>
		<category><![CDATA[Gnose]]></category>
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		<category><![CDATA[movimento gnóstico]]></category>
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				<description><![CDATA[Segundo um dos secretários do Mestre Samael, surpreendente era a opinião que o Mestre tinha acerca de seus primeiros livros: &#8211; Se pudesse, queimaria tudo! &#8211; teria dito. Tristemente, há, por aí, gente que se prende às primeiras obras para justificar certas condutas e comportamentos e desenvolver atividades complementares e acessórias como se elas fossem [&#8230;]]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo um dos secretários do Mestre Samael, surpreendente era a opinião que o Mestre tinha acerca de seus primeiros livros: &#8211; Se pudesse, queimaria tudo! &#8211; teria dito.</p>
<p>Tristemente, há, por aí, gente que se prende às primeiras obras para justificar certas condutas e comportamentos e desenvolver atividades complementares e acessórias como se elas fossem essenciais dentro da gnose &#8211; o que é um grande equívoco.</p>
<p>Por isso, é importante conhecer a cronologia dos livros do Mestre Samael. Como uma criança, o Mestre Interno de um Iniciado cresce e se desenvolve aos poucos em graça e sabedoria. Por exemplo, existe uma grande diferença entre o livro <strong>Apuntes Secretos de um Guru </strong>(escrito em 1952) e <strong>Pistis Sophia Develada </strong>(sua obra magna, escrita em 1976/77).</p>
<p>Além dos livros escritos diretamente por Samael, existem publicadas em diversos países do mundo inúmeras obras atribuídas a Samael, elaboradas a partir de transcrições de palestras e conferências proferidas em diferentes épocas e lugares. Mas, a bem da verdade, a obra escrita do Mestre Samael resume-se aos títulos originais, ordenados aqui em rigorosa ordem cronológica e com os títulos em espanhol, como apresentamos a seguir.</p>
<p>Todos os livros originais [ 1a. edição em espanhol ] podem ser baixados gratuitamente aqui: <a href="http://www.gnosis2002.com/">Livros Originais em espanhol</a></p>
<p>&nbsp;</p>



<strong>DÉCADA DE 1950</strong>






01
El Matrimônio Perfecto [1950]






02
La Revolución de Bel [1950]






03
Curso Zodiacal [1951]






04
Apuntes Secretos de un Gurú [1952]






05
Tratado de Medicina Oculta y Magia Práctica [1952]






06
Catecismo Gnóstico [1952]






07
Consciencia Cristo [1952]






08
El poder está en la cruz [1952]






09
El libro de la Virgen del Carmen [1952]






10
Las Siete Palabras [1953]






11
Manual de Magia Práctica [1952]






12
Tratado de Alquimia Sexual [1954]






13
Rosa Ígnea [1954]






14
Los Misterios del Fuego [1955]






15
Platillos Voladores [1955]






16
Los Misterios Mayores [1956]






17
El Magnus Opus [1958]






18
La Montaña de la Juratena [1959]






19
Nociones Fundamentales de Endocrinología y Criminología [1959]






20
Voluntad Cristo [1959]






21
Tratado Esotérico de Teurgia [1959]






22
Logos, Mantran, Teurgia [1959]






23
El Libro Amarillo [1959]






<strong>DÉCADA DE 1960</strong>






24
El Mensaje de Acuario [1960]






25
La Caridad Universal [1961]






26
Introducción a la Gnosis [1961]






27
Los Misterios de la Vida y de la Muerte [1961]






28
Matrimonio, Divorcio y Tantrismo [1963]






29
Gnosis en el Siglo XX [1963]






30
Supremo Gran Manifiesto Universal del Movimento Gnóstico (también publicado como Gran manifiesto gnóstico del 2o. año de Acuario) [1963]






31
Luto en la Bandera Gnóstica






32
El Cristo Social [1964]






33
Gran Manifiesto Gnóstico del Tercer Año de Acuario [1964]






34
Las Naves Cósmicas [1964]






35
La Transformación Social de la Humanidad [1965]






36
El Libro de los Muertos [1965]






37
Mensaje de Navidad 1966 [1966]






38
Plataforma del P.O.S.C.L.A. (Partido Obrero Socialista Cristiano Latino-Americano) [1967]






39
Tratado Esotérico de Astrología Hermética [1967]






40
Gran Manifesto Gnóstico del Supremo Consejo de la Paz [1967]






41
Mensaje de Navidad 1967-68 [1967]






42
Curso Esotérico de Kábala [1969]






43
Mensaje de Navidad 1968-69: Curso Esotérico de Magia Rúnica [1969]






44
Mensaje de Navidad 1969-70: Mi Regreso al Tibet [1969]






<strong>DÉCADA DE 1970</strong>






45
Educación Fundamental [1970]






46
El Mensaje de Navidad 1970-71: El Parsifal Develado [1970]






47
Más allá de la muerte [1970]






48
Gran Manifesto Gnóstico 1971 (también llamado Manifiesto Gnóstico del décimo año de Acuario) [1971]






49
Mensaje de Navidad 1971-72: El Misterio del Aureo Florescer [1971]






50
Gran Manifesto Gnóstico 1972 [1972]






51
Mirando al Misterio [1953]






52
Mensaje de Navidad 1972-73: Las Tres Montañas [1972]






53
El libro de Liturgia &#8211; 1a. edición [1973]






54
Magia Crística Azteca [1973]






55
Mensaje de Navidad 1973-74: Si, Hay Infierno; Si, Hay Diablo; Si, Hay Karma [1973]






56
Mensaje de Navidad 1974-75 : La Doctrina Secreta de Anahuac [1974]






57
La Gran Rebelión [1973]






58
Mensaje de Navidad 1975-76: Tratado de Psicología Revolucionaria [1975]






59
Los Misterios Mayas [1977]






<strong>LIVROS PUBLICADOS APÓS O DESENCARNE DO MESTRE, em 24.12.1977</strong>






60
Antropología Gnóstica [1978]






61
Tarot y Kábala [1978]






62
Para los pocos [1980]






63
La Revolución de la Dialéctica [1983]






64
El Pistis Sophia Develado [1983]






<strong>OBSERVAÇÕES</strong>






<strong>1.</strong>
<strong>Tarot y Cábala</strong> foi publicado em 1978, a partir de aulas ditadas em 1972 em terceira câmara.


<strong>2.</strong>
<strong>Para Los Pocos</strong> foi escrito em 1977.


<strong>3.</strong>
<strong>La Revolución de la Dialéctica</strong> foi publicado em 1983 a partir de textos ditados em 1977.


<strong>4.</strong>
<strong>Gnosis en el Siglo XX</strong> foi publicado em 1972, reunindo as <strong>Mensagens de Natal</strong> proferidas pelo Mestre Samael em atividades de segunda câmara entre 1952 e 1963.


<strong>5.</strong>
<strong>Pistis Sophia</strong> não chegou a ser totalmente comentado devido ao desencarne do autor na noite de 24.12.1977.



<p>&nbsp;</p>

<p>Autor: Equipe ABRAGNOSE</p>
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