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	<title>284 pág. &#8211; Academia Brasileira de Gnose</title>
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		<title>PISTIS SOPHIA</title>
		<link>https://gnose.org.br/produto/pistis-sophia/</link>
				<pubDate>Tue, 15 Sep 2015 00:09:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Trina - Desenvolvimento de Sites]]></dc:creator>
		
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				<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Em um papiro de Nag Hammadi há um texto onde Jesus responde a uma solicitação de seus discípulos: "Diga-nos claramente como eles desceram do Invisível e do Imortal para o mundo que morre?" Então o perfeito Salvador disse: "O Filho do Homem entendeu-se com Sophia, sua consorte (syzygia), e revelou uma grande luz andrógina. Seu nome masculino é denominado 'Salvador e progenitor de todas as coisas' e seu nome feminino é designado como 'Progenitora Sophia'." No final do capítulo 6 deste livro, quando Jesus retorna de sua Ascensão ao Céu e se apresenta aos apóstolos, diz: "Alegrai-vos e exultai a partir de agora, pois fui aos lugares de onde vim. De hoje em diante vos falarei abertamente desde o princípio da Verdade até seu cumprimento. E vos falarei face a face, sem parábolas, e nada vos ocultarei a respeito das coisas do Alto e da região da Verdade, pois me foi dada autoridade, através do Inefável e do Primeiro Mistério de todos os Mistérios, para vos falar desde o Princípio até o Pleroma, como também de dentro para fora e do exterior para o interior. Escutai-me, pois, para que eu possa vos falar sobre todas essas coisas". Essas duas citações bem resumem o conteúdo gnóstico desta obra.</div>
&#160;]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
PISTIS SOPHIA é uma coletânea de manuscritos que faz parte do Código Askew (MS5114) adquiridos pelo Museu Britânico em 1772. Recebeu essa denominação porque seu anterior proprietário chamava-se Anthony Askew, um médico londrino que gostava de colecionar manuscritos antigos. Esses manuscritos tornaram-se disponíveis aos estudiosos há quase dois séculos.</p>
<p>O filólogo C. G. Woide foi o primeiro especialista a estudar esse manuscrito por indicação do próprio Askew e teria sido ele a ter dado o nome de PISTIS SOPHIA ao conjunto. Mas a primeira iniciativa de traduzir e publicar esses manuscritos foi empreendida em 1848 por M. G. Schwartze, enviado a Londres pela Real Academia Prussiana de Ciências.</p>
<p>Schwartze traduziu o manuscrito para o latim, preservando em sua versão todas as palavras gregas existentes no original copta. Porém não chegou a publicar diretamente seu trabalho, cargo esse assumido posteriormente por J. H. Petermann, devido ao falecimento de Schwartze. A edição de Schwartze contém uma cópia do texto copta e uma tradução para o latim; até hoje é considerado um trabalho extraordinário que tem resistido à prova do tempo.</p>
<p>Na sequência, apareceu na França uma tradução anônima, que figura no Diccionnaire des Apocryphes de J. P. Migne (Paris 1856); soube-se depois que esse trabalho foi realizado de forma muito liberal a partir do texto de Schwartze. Em seguida, em 1895, é publicada na França a primeira tradução direta do copta para um idioma moderno, trabalho esse conduzido pelo Professor E. Amélineau.</p>
<p>Em 1896 George R. S. Mead, secretário de Helena Petrovna Blavatsky em Londres, publica em inglês a primeira edição de PISTIS SOPHIA feita a partir da versão latina de Schwartze, a qual, depois, foi radicalmente revisada,
tornando-se praticamente uma nova edição e (re)publicada em 1921, a qual tem sido utilizada como fonte para inúmeras traduções de PISTIS SOPHIA no Brasil e nos países de fala espanhola, incluindo a edição original comentada por Samael Aun Weor até o início do capítulo 91. Mas a que é considerada pelos acadêmicos como a melhor tradução de PISTIS SOPHIA foi realizada pelo Professor Carl Schmidt, em 1905, a qual teve uma segunda edição em 1925 e que até hoje tem servido de base para muitas outras traduções em diversos idiomas.</p>
<p>Em 1924 é lançada em Londres uma tradução literal do copta para o inglês, trabalho esse realizado pelo professor George William Horner, publicado pela Society for Promoting Christian Knowledge, denominada PISTIS SOPHIA Literally Translated from the Coptic.</p>
<p>Depois então nenhuma outra grande tradução foi realizada, até que em 1978 foi publicado o trabalho de Violet Macdermot, Professora do Departamento de Egiptologia da Universidade de Londres. Sua tradução foi realizada diretamente do copta para o inglês, mas seguindo o trabalho, a ordenação e a disposição geral realizadas por Carl Schmidt.</p>
<p>Por fim, em 2007 é publicado em Madri, Espanha, pela editora Trotta, o trabalho do Professor Francisco García Bazán, diretor do Centro de Investigações em Filosofia e História das Religiões da Universidade Argentina J. F. Kennedy, que, igualmente, seguiu o trabalho de edição, ordenação e disposição realizado por Carl Schmidt e Violet Macdermot.</p>
<p>Este volume que o leitor tem em mãos no momento, portanto, é uma tradução compilada que sintetiza todas as fontes e obras anteriormente mencionadas aqui, as quais foram minuciosamente estudadas e pesquisadas por este tradutor ao longo de dezoito meses. Por via das dúvidas, queremos deixar claro que para a realização deste trabalho aqui apresentado, não nos valemos nem cotejamos nenhuma outra tradução anteriormente publicada no Brasil ou em países de fala espanhola, exceto, como mencionado, a tradução de 2007 do Professor Francisco García Bazán.</p>
<p>Nesse contexto cumpre-nos salientar que todo tradutor é um escolhedor de palavras, e certamente poderíamos ter escolhido miríades de outras palavras que não as que registramos neste volume. Mas se escolhemos as que aqui o leitor encontra, isso se deveu a que todas elas representavam, a nosso ver, a melhor opção para expressar em nosso idioma o conteúdo de PISTIS SOPHIA. E sempre que julgávamos estar sendo imprecisos na escolha das palavras, ou querendo ser ainda mais exatos, optamos por transliterar do grego e/ou do latim a palavra ou frase das obras anteriormente mencionadas, mas devidamente cotejada com o original copta.</p>
<p>Sabemos que isso, para alguns, é um inconveniente, mas, para outros, uma grande ajuda para o exato entendimento do texto. Apenas queremos alertar que nem todas as transcrições de palavras e expressões desses idiomas que fizemos aqui foram modificadas para o nominativo singular (como é praxe fazer constar nos dicionários). Muitas vezes optamos por manter como elas aparecem no contexto original.
</p>
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